MORTE NA NOITE…

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 No Ericeira Lounge, o bar da Sandra de que já aqui falei, tem como melhor cliente o anão Zeferino, aquele a quem a Sandra, quando abriu o bar ao principio, tinha de pegar ao colo de cada vez que ele queria urinar, por causa dos mictórios serem demasiadamente altos. Não sei se se lembram…

O Zeferino aprendeu há anos linguagem gestual para mais facilmente conversar com o seu velho amigo Heitor, surdo mudo e contabilista de profissão que também frequentava o bar.

No outro dia o Sr. Baptista entrou esbaforido no bar, com ar ameaçador, dirigiu-se ao contabilista e apontou-lhe uma pistola à cabeça:

- Soube que você me aldrabou as contas da minha empresa e que à pala disso me roubou 200 mil euros!

O Heitor, sem perceber nada do que o outro dizia pediu ajuda ao anão que lhe traduziu por gestos o que o Baptista tinha dito. E depois traduziu por palavras a resposta do contabilista:

- Ele diz que não sabe do que é que o Sr, Baptista está a falar

E prosseguiu na sua função de intérprete:

- Ó amigo Heitor, olhe que ele está a dizer que o mata se não lhe disser já onde está o dinheiro…

O Heitor, aflito e cheio de medo que o Baptista o matasse, confessou por gestos ao Zeferino:

- Oh, pá, pronto. Eu confesso! Diz lá ao gajo que o dinheiro está enterrado numa caixa de metal no quintal do meu cunhado!

- O que é que ele disse? quis saber o Batista, fitando o anão com os olhos raiados de cólera, e encostando ainda mais a pistola à cabeça do contabilista.

- Ele diz que o Sr. Batista é um cobarde. E que não tem coragem de puxar o gatilho!

………… 

Ouviu-se um estrondo!

O contabilista caiu inerte com o crânio ensanguentado e desfeito…

 

No Ericeira Lounge, o bar da Sandra de que já aqui falei, tem como melhor cliente o anão Zeferino, aquele a quem a Sandra, quando abriu o bar ao principio, tinha de pegar ao colo de cada vez que ele queria urinar, por causa dos mictórios serem demasiadamente altos. Não sei se se lembram…

O Zeferino aprendeu há anos linguagem gestual para mais facilmente conversar com o seu velho amigo Heitor, surdo mudo e contabilista de profissão que também frequentava o bar.

No outro dia o Sr. Baptista entrou esbaforido no bar, com ar ameaçador, dirigiu-se ao contabilista e apontou-lhe uma pistola à cabeça:

- Soube que você me aldrabou as contas da minha empresa e que à pala disso me roubou 200 mil euros!

O Heitor, sem perceber nada do que o outro dizia pediu ajuda ao anão que lhe traduziu por gestos o que o Baptista tinha dito. E depois traduziu por palavras a resposta do contabilista:

- Ele diz que não sabe do que é que o Sr, Baptista está a falar

E prosseguiu na sua função de intérprete:

- Ó amigo Heitor, olhe que ele está a dizer que o mata se não lhe disser já onde está o dinheiro…

O Heitor, aflito e cheio de medo que o Baptista o matasse, confessou por gestos ao Zeferino:

- Oh, pá, pronto. Eu confesso! Diz lá ao gajo que o dinheiro está enterrado numa caixa de metal no quintal do meu cunhado!

- O que é que ele disse? quis saber o Batista, fitando o anão com os olhos raiados de cólera, e encostando ainda mais a pistola à cabeça do contabilista.

- Ele diz que o Sr. Batista é um cobarde. E que não tem coragem de puxar o gatilho!

………… 

Ouviu-se um estrondo!

O contabilista caiu inerte com o crânio ensanguentado e desfeito…

Imagem retirada da net