Cidade de Coimbra experimenta “rede das coisas”

Coimbra já tem uma rede livre e de código aberto para Internet das Coisas. O projecto já arrancou e rede poderá cobrir todo o centro da cidade até início de 2018.

A rede livre e de código aberto, exclusivamente dedicada à Internet das Coisas-, chegou a Coimbra através da Critical Software. A primeira fase da The Thing Network foi lançada em Setembro.

A empresa espera que, com a adesão de instituições de ensino e investigação, a rede cubra o centro da cidade até ao início de 2018.

Ao beneficiar de conectividade de dados para a Internet das Coisas a baixo custo, num ambiente aberto e colaborativo, a cidade posiciona-se para se tornar uma cidade inteligente aberta.

 A implementação ficou a cargo da Fikalab, que já começou com a instalação das primeiras estações base na cidade, incluindo uma na sede da Critical.

A primeira fase da rede para a IoT foi lançada em Setembro, e “representa uma nova era de inter-conectividade para as empresas e pessoas de Coimbra”, avança a Critical, que financiou o projecto. A implementação ficou a cargo da Fikalab, o programa interno de pesquisa e desenvolvimento da empresa, que já começou com a instalação das primeiras estações base na cidade, incluindo uma na sede da Critical.

O projecto é liderado por António Alves que afirma: “estamos satisfeitos por ter facilitado o lançamento desta iniciativa, uma rede para as “Coisas”, que será detida e gerida pela população de Coimbra. Para que uma cidade se torne “inteligente” e opere de forma sustentável, iniciativas como esta devem envolver as pessoas que vivem e trabalham na cidade”.

Segundo a tecnológica de Coimbra, aquela é uma “rede sem fios com a particularidade de ser de longo alcance”, não requerendo “a subscrição de dados móveis ou códigos Wi-Fi para que os dispositivos associados à Internet das Coisas possam comunicar”.  Acresce ainda que “também opera com uma baixa taxa de consumo de energia, graças à tecnologia inteligente LoraWAN”.

Por tudo isto, é “perfeita para ligar os dispositivos à Internet, na medida em que podem funcionar vários anos com uma única carga e comunicar a vários quilómetros de distância”, justifica a Critical em comunicado.

A Critical acrescenta que a rede continuará a crescer à medida que novos parceiros se liguem.  “A adesão de várias instituições de ensino e investigação planeada para os próximos meses vai ajudar a potenciar a investigação e inovação em conjunto com as empresas e a economia local. Espera-se ainda que a rede expanda para cobrir todo o centro da cidade até ao início de 2018.

Publicado por Impresa