COIMBRA É TUDO
Coimbra merece ser o poiso da Agência europeia do Medicamento. Coimbra Foi, É e SERÁ sempre ÚNICA, porque:
Coimbra é uma das cidades mais importantes de Portugal. Apresenta uma grande história. Por isso, é natural que existam várias Curiosidades por revelar. A Blasting News revela-nos algumas curiosidades históricas sobre a cidade dos estudantes.
Foi capital de Portugal entre 1131 e 1255. "A decisão foi estratégica, pois esta mudança da capital para os campos do Mondego revelou-se vital para viabilizar a independência do novo país, a todos os níveis: económico, político e social. Coimbra foi capital até 1255. Mas, e porque ainda não houve decisão legal contra, continua a sê-lo.
A primeira dinastia portuguesa residiu em Coimbra, sendo por isso natural que seis dos nossos monarcas tenham nascido em Coimbra (como por exemplo D. Sancho II, D. Afonso IV ou D. Pedro I).
A universidade mais antiga do país (e uma das mais velhas da Europa) situa-se em Coimbra. Foi fundada em 1290 pelo Rei D. Dinis, em Lisboa, como Estudos Gerais. Após várias mudanças, Coimbra, já Universidade, e Lisboa, a Universidade por ordem do Rei D. João III acaba por ser instalada definitivamente em Coimbra, em 1537. Durante séculos, foi a única universidade existente no império português, não sendo por isso de estranhar que muitas figuras de relevo ali tenham estudado.
Coimbra foi transformada num relevante posto comercial com a chegada dos mouros à Península Ibérica.
Santo António (dos Olivais de Coimbra), também chamado de Lisboa e de Pádu, estudou no Mosteiro de Santa Cruz e na Igreja de Santo de António dos Olivais.
Durante a Idade Média, havia uma Coimbra cristã, uma Coimbra judaica e uma Coimbra árabe que se perfilavam como vértices de um triângulo ecuménico de miscigenação cultural.
Ao que tudo indica, era um raríssimo caso de uma região de Portugal em que, durante muito tempo, existiu paz entre todas as comunidades. Foi, também, a primeira universidade portuguesa a receber estudantes das, ao tempo, Províncias Ultramarinas portuguesas, hoje países independentes.
A Praça do Comércio foi um local importante na vida comercial da cidade. Aproveitando essa fama, na época da Inquisição este local foi o escolhido para praticar os Autos de Fé.
Camões também estudou, namorou e brigou em Coimbra; nela bebeu as raízes e o caule e as folhas da cultura que haveriam de fazer dele um dos maiores poeras do mundo,
O Padre António Vieira, uma das grandes figuras da História de Portugal, viveu três anos na Sé Nova de Coimbra.
O Mosteiro de Santa Cruz, local onde se encontram os túmulos dos dois primeiros reis de Portugal, D. Afonso Henriques e D. Sancho I, foi a mais importante casa monástica nos primeiros tempos da monarquia portuguesa. Nesses tempos medievais, a sua escola foi fundamental e ponto de passagem obrigatória para as elites do poder e da intelectualidade.
Hoje em dia, a sua Universidade faz parte do rol das mais conceituadas do mundo, pontificando, a nível europeu, as Faculdades de Direito, Medicina e Ciências.
Assim sendo – e de modo muito, muito, resumido – torna-se imperioso fazer acontecer a candidatura a sede da Agência Europeia do Medicamento, de que Costa só queria Lisboa – a “descentralização” no seu melhor! – como candidata, alargando agora ao Porto – a bipolarização na manga! – também a possibilidade de se candidatar.
Coimbra, pelo já dito e escrito, não pode ficar de fora. Abane-se, ou areje-se, o Machado. E se ele não quiser, por fidelização ao chefe ou por inércia, ou por ambas, corra-se com ele.
COIMBRA, SEMPRE!
