À maneira curta

 

Assim, à maneira curta, é fácil dizer o que vi hoje no Estádio Cidade de Coimbra: vi 3 equipas, num relvado verde, sem que nenhuma tenha cumprido o seu papel.

Como sabem, tenho a “mania” de ir ver a Académica jogar. Hoje não vi! Ponto.

Perguntam-me, frequentemente, “com quem joga?” e eu respondo “não sei”. Gozam comigo e tal… mas eu explico sempre que EU VOU VER A ACADÉMICA. O resto, vejo pela necessidade que a isso obriga. E, caramba, levo com cada adversário!!! Hoje foi assim!

Hoje, foi tudo meio carnavalesco! Foi esquisito! Foi mau demais! Também não vi o União da Madeira em campo, como dizia o Diário de Coimbra. Até é bom eu não responder à tal pergunta de cima. Ainda gozavam mais comigo!

Hoje não sei bem o que vi em Coimbra, porque eu fui a um jogo de futebol que acabou por não existir. Da Académica já falei e mais não digo. O outro clube deslocou-se ao continente para passar a vida a rebolar-se, a deitar-se na relva fresca do estádio. Também não lhes apeteceu jogar! Coitada da bola: ninguém a queria!

Temos, depois, uma terceira equipa que foi permitindo, permitindo, permitindo… E aquela espécie de jogo foi partindo, partindo, partindo… Entendo pouco, muito pouco, sobre o papel das arbitragens. Cada vez percebo menos. Mas permitir, alinhar, manter tudo aquilo parado, paradinho é de uma falta de respeito pelo público, de uma falta de carácter total para ter na mão aquilo que devia ser um jogo limpo, um jogo com bola, um espectáculo sério e digno.

Se houve 15 minutos de futebol, acho que já estou a ser condescendente.

Boa semana para todos e vamos lá teimar, teimar, teimar rapazes da Académica. Com bola, de preferência! 

Esmeralda Maria Botto Antas