Desastre total

 

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Não foi mau, foi péssimo, e todos sabem quanto isso influi e dói no coração e na paciênci dos sócios.

Sete a dois é uma cabazada de todo o tamanho, daquelas que já não se usam no futebol dos tempos que correm?

Que se passa? Que se passou? E desta vez nem sequer pode invocar a má arbitragem – que o foi! – nem a falta de apoio dos adeptos.

Será que os atletas só valem aquilo que mostraram em campo? Não, não é possível.

Não vamos pedir uma assembleia geral para análise da situação, vamos sim, pedir calma a toda a gente, pois se a subida cada vez está num horizonte mais distante, ainda não há brumas que o escondam.

Tudo é possível. ACREDITE-SE.

 

Com uma primeira parte muito forte, na qual marcaram por quatro vezes, os canarinhos chegaram à vantagem aos oito minutos, graça a Pedro Queirós, na sequência de um canto, após uma jogada em que João Vigário tinha atirado ao poste

A Briosa ainda empatou, aos 12 minutos, num cabeceamento irrepreensível do internacional português Hugo Almeida.

Contudo, o Estoril continuou com o seu jogo, a explorar os flancos do adversário, e, com alguma naturalidade, colocou-se em vantagem aos 19 minutos, num remate em queda de Aylton, após cruzamento de Marcos António.

Cinco minutos depois, Roberto correu isolado para a baliza e aumentou a contagem, com um chapéu perfeito a Peçanha.

Sem conseguir criar perigo aos estorilistas, a equipa da Briosa sofreu o quarto golo aos 45 minutos, numa jogada individual de João Vigário pela esquerda, que depois de tirar um adversário do caminho rematou por baixo do corpo do guarda-redes.

Na segunda parte, o Académica entrou no melhor e aos 53 minutos reduziu, numa jogada em que Romário Baldé interceta a bola e passa para Zé Paulo, que coloca em Hugo Almeida, que bisou na partida.

 

Havia mais Briosa no jogo, mas o Estoril era muito perigoso no contra-ataque e foi em mais uma rápida transição, aos 61 minutos, que João Vigário apareceu isolado na área contrária e atirou rasteiro para o quinto golo dos canarinhos.

Dez minutos depois, a equipa do Estoril conseguiu o 6-2 pelo avançado do Azerbeijão Dadashov, que tinha entrado na partida seis minutos antes.

O sétimo golo do Estoril foi apontado no primeiro minuto de descontos dado pelo árbitro Artur Soares, Dias novamente por Dadashov, que aproveitou um ressalto após uma jogada de muito perigo conduzida por Gonçalo.

 

Jogo no Estádio Cidade de Coimbra.

Académica - Estoril-Praia, 2-7 (Ao intervalo: 1-4)

Marcadores: 0-1, Pedro Queirós, 07 minutos. 1-1, Hugo Almeida, 12. 1-2, Aylton, 19.

1-3, Roberto, 24. 1-4, João Vigário. 2-4, Hugo Almeida, 53. 2-5, João Vigário, 61.

2-6, Dadashov, 71. 2-7, Dadashov, 90+1.

 

Equipas:

- Académica: Peçanha, Jean Filipe, João Real, Brendon, Nélson Pedroso, Guima, Reko (Djoussé, 73), Ki (Zé Paulo, 46), Traquina, Romário Baldé e Hugo Almeida (Marinho, 78).

- Estoril-Praia: César Augusto, Pedro Queirós, Diney, Gomes, João Vigário, Filipe (João Patrão, 70), Gonçalo, Aylton, Marcos António (Dadashov, 65), Roberto (Gustavo, 74) e Sandro Lima.

 

Árbitro: Artur Soares Dias (AF Porto). Mais uma arbitragem “primorosa” a desfavor da Académica, o que já não causa qualquer estranheza.

 

A-CA-DÉ-MI-CA

ACA-DÉ-MICA

ACADÉMICA

BRIIIOOSAAAAAAAAAAAAAAAA!.....