E...?
ACOMPANHANDO A ACADÉMICA
E…?
Pois é. Gostava de começar por um escuto o vento que é vento, um vento que é fantasia, que não baila nem rodopia, e já não sabe o que dantes conhecia, notícias da Académica. Só que, malabarismos dos malabarismos, não há vento nem há chuva que me arrede os pensamentos, carentes e generosos, maliciosos.
A coisa anda má, a sugerir chuva da grossa, que a miudinha, também chamada molha tolos, encharca na mesma mas demora muito mais tempo. Como nem a chuva nem o vento me falam, e os trovões podem rebentar com o tímpano, avenho-me de outras fontes mais ortodoxas, ainda que menos produtivas.
Pergunto a A, não sabe; pergunto a B, também não sabe; pergunto a C e, sem responder à pergunta, vem-me com uma “caterva” – sentido adaptado - de informações que me põem os já poucos cabelos em pé.
À direcção nada pergunto: têm os componentes mais coisas com que se entreterem que disposição para se porem à léria comigo. E conversa fiada era o que eu menos gostaria de pôr aqui.
Do que o meu amigo falou, e respigo, foi o caso da venda da sede dos Arcos que continua envolta em mistério; diz-se até que não foi venda mas sim dádiva; apropriação dizem outros. Não vou nesta nem naquela. Até ao resultado de uma “auditora” que, parece, o CF está a fazer, há que se ter muito tento na língua, e não dizer nem fazer disparates. E menos ainda lê-los, que é o que acontece quando se “interpreta” o que um tal amigo, publicitário e admirador do autodemitido e ex-presidente do OAF, um tal Filipe ou Luís Filipe ou não sei quê mais, publicou, por mais que uma vez, sopraram-me ao ouvido, no velho calino, ainda agora a fazer jus ao nome.
Sobre finanças devemos ficar a sabê-lo lá para finais do mês, na próxima assembleia geral, se, num golpe de magia, o senhor presidente da assembleia a adiar para as calendas gregas, coisa que ainda hoje andamos a tentar descobrir o que eram, ou melhor, não eram.
Quanto a aquisições para a próxima época, que espero haja, e dispensas de jogadores, muito se fala e nada se diz, porque, verdade, verdadinha, estou convencido de que não há nada. O “canta João” ou “cega mulheres” como chamam ao pilim forte, parece ser, infelizmente para a Briosa, coisa “cega”; e a malta da varanda das vaidades, além da prosa, não tem com que acorrer. Quer dizer, tem os “valores” que trouxe de volta à Académica, mas que ninguém sabe quais são nem onde os pusera; quer dizer, o dr. Filipe talvez saiba.
Pronto, gostava de dizer qualquer coisa de concreto aos leitores, e principalmente aos sócios e adeptos da Briosa, mas o dom da adivinhação há muito que se me extingui; ou sendo menos radical, está um tanto ou quanto embotado, a precisar de umas boas férias.
A-CA-DÉ-MI-CA
ACAD-DÉ-MICA
ACADÉMICA
BRIOOOSSAAAAAAAA!...
