Foi bom… enquanto durou…

 

Foi bom… enquanto durou…

Eu sei, eu sei que as coisas só são boas enquanto duram. Daí não estranhar que, passada uma euforia “ébria”, as bancadas do estádio EFAPEL se tenham vinda a esvaziar à medida que a Académica ia descendo – em vez de subir – na tabela classificativa.

É sempre assim! Já diziam os espanhóis - traduzido na língua para cá da raia – que “se muito tens, muito vales; se nada tens, nada vales”.

Não admira assim, nada mesmo nada, que certos “amigos” da Académica desapareçam a sete pés, às vezes a oito, quando a equipa está na mó de baixo, quando, na realidade, a equipa carece de maior apoio, para voltarem a aparecer, ufanos, quando já não fazem, nem nunca fizeram diga-se em abono da verdade, falta nenhuma. São uns tais, é vê-los, que “convites especiais” se pavoneiam pela zona dos camarotes, especialmente dos assentos dos órgãos sociais, e principalmente na zona do comes e bebes onde enchem o bandulho esfomeado de muitos dias de penitência.

Claro que para os dirigentes – alguns dos quais foram (s vão voltar a ser) seu émulos – e comunicação social, esses são os “verdadeiros” académicos. Os outros, os que, durante toda a época, faça sol, chuva ou frio, dão o litro nas bancadas, e que pagam a tempo e horas as suas quotas, esses, tal como o romeiro, não são “ninguém”. 

Eu, que não sou de meias-tintas, que não gosto de mentiras e muito menos de mentirosos, acredito em “bruxas” e em “bruxos”, mesmo no da “Areosa”.  Claro que se não acreditasse -  como dizia o outro: “Não creio em bruxas, mas lá que as há, HÁ!” – bastava-me atentar no que se passou na e com a Académica durante esta época para, de uma vez por todas, acreditar: só que as “bruxas” todas juntas têm, apenas, um nome: INCOMPETÊNCIA!

Eu sei, todos nós sabemos, que o lote de jogadores que compõe a equipa da Briosa, não é famoso, ou, dito de outra maneira, não é grande espingarda. Todavia, comparado com os das outras equipas que pelos campos da II Liga se pavoneiam, até era, e é, mais que suficiente para fazer a “vontade” aos sócios e simpatizantes e acimar a classificação no topo dr modo a, na próxima época, se disputar a I Liga. Todavia, a escolha errada de um treinador descreditado e o mau aproveitamento da prata da casa, certos despautérios e, sobretudo, a “presunção arrogante” de certos dirigentes – um zero como tal! – atiraram a equipa para uma posição classificativa impensável no início da época, uma situação que “arrepanha” o coração dos sócios e adeptos, pois a III liga, a três jornadas do fim, está aí à vista.

Os sócios, parece, têm andado de vendas nos olhos: os “valores”, prometidos pela actual direcção, não entraram porque, verdade seja dita, nunca podiam entrar por já existir; e dos outros. Dos visíveis, esses já “bordaforam”.

A eleição dos corpos sociais em exercício – o presidente da direcção já deu às de vila Diogo! -  foi erro crasso, ainda que na actual direcção haja gente comptetente que não merece ser “corrida”, embora isso seja um cenário equacionável, mas perigoso: quem as fez que as desmanche.

Bem! Que melhores ventos soprem na próxima época. A Académica precisa de todos nós.

A-CA-DÉ-MI-CA

ACA-DÉ-MICA

ACADÉMICA

BRIOSA! BRIOSA”

BRIOSA!