Incertezas

 

Há um pacto de silêncio nos ares: de repente toda a gente se calou; não há apelos à unidade nem destemperos contra os “usurpadores”. A auto-demissão do presidente dr. Paulo Almeida momentos de fricção que terá provocado e as nuvens de incerteza que pairam num horizonte acelerado, cada vez mais curto, fizeram parar as pessoas para repensar.

Na verdade, o futuro parece assustador. Pensavam as pessoas, que “democraticamente” assaltaram o poder, que o dinheiro para sustentar a nossa associação caía dos céus aos trambolhões. Mas não: para sustentar seja o que for é preciso trabalhar, trabalhar, e saber “pedir”, ou a quem este termo soa mal, “angariar”, seja apoios monetários sejam quaisquer outros que se possam transformar em metal sonante; às vezes é preciso “transigir”, o que, há exemplos, é “mal visto”.

A constituição da equipa técnica e a escolha do plantel são dois erros crassos: Não sei – e ainda não cuidei de saber – que raio de luz passou pela cabeça cos dirigentes para trazerem Costinha para treinador da equipa. Que raio levou a contratar certos atletas que, ao que tudo indica, vieram “podres”?

Bem, penso que isto deve ser bem dissecado numa próxima assembleia geral, que, forçadamente, tem de vir a realizar-se em breve, logo muito logo após o último jogo do campeonato; uma assembleia em que escalpelizem as tomadas de posição ao longo da época, os erros cometidos, e, espero que não, o possível “enterro” da Briosa, começado já com a venda (?) do prédio dos Arcos.

Até ao lavar dos cestos ainda é vindima, por isso, é preciso apoiar a equipa de modo a que não caia nos lugares de descida. Depois… Depois se verá, mas uma coisa é certa: Costinha, Não.

Todos ao estádio. A Académica precisa de APOIO!

A-CA-DÉ-MI-CA

ACA-DÉ-MICA

ACADÉMICA

BRIOOOSSAAAAAAAAAAAA

ACADÉMICA, SEMPRE! E SÓ!