MAIS UM PASSO
Lidos que estão os dois jornais de Coimbra, pouco poderei dizer sobre o jogo de ontem no Cidade de Coimbra. Foi um jogo frio, maldoso, um convite ao cansaço, descaracterizado. Mas acabou bem. Aqueci, portanto! E, digam o que disserem, eu estou sempre com aqueles rapazes. Por motivos vários e que, agora, não interessam nada. Mas sempre eles primeiro, os principais actores e intervenientes, naquele estado acção-reacção, em que por vezes corre mesmo tudo mal.
O interessante é ler as opiniões – e como diferem! – sobre quem esteve melhor ou pior no jogo. Motivo de sobra para guardar as minhas e continuar a achar que é para os jogadores que tenho de convocar todo o desejo e toda a força para que sejam bem-sucedidos. Será sempre com quem me zango menos!
Como mais uma vez se pôde constatar não há campanha que nos valha e que leve as pessoas ao estádio! Já acontecia com a direcção anterior. Porque é às 7, porque é às 9, porque é a uma sexta, porque é às 4 de domingo, porque dá na TV, porque, porque, porque… E é tão bom estar lá, ver os amigos, rir, conversar, gritar, pular, ouvir aquela arrepiante balada inicial, ver os miúdos… com faixas e com uma taça! É um ambiente para viver! Só me queixo porque ando há dois jogos a levar com rádios locais algo entusiasmadas, para não dizer provocadoras! Veremos!
Li as palavras de Filipe Teixeira, agradeço cada uma delas, em contraponto com as de Vitor Oliveira após o jogo com o Portimonense. Azedo demais. O sr. Jovem jornalista que resolveu rir-se das palavras de Filipe Teixeira, na sala de imprensa, tem de rever a postura e a responsabilidade que quer dar à profissão que pretende seguir ou não irá muito longe. Falta de senso e de respeito. Era bom que viesse renovada de valores exemplares a nova geração de jornalistas. Feios, porcos e maus já temos quanto baste.
Ah! Finalizando: um jogador da equipa adversária devia ter sido expulso, fez tudo para o merecer, a meio da 1ª parte. O Marinho… tão pequenino, ao lado da maioria dos adversários, e tão grande! Acabou estoirado-
E vamos lá acertar agulhas para o jogo que se segue. Viva a ACADÉMICA!
O interessante é ler as opiniões – e como diferem! – sobre quem esteve melhor ou pior no jogo. Motivo de sobra para guardar as minhas e continuar a achar que é para os jogadores que tenho de convocar todo o desejo e toda a força para que sejam bem-sucedidos. Será sempre com quem me zango menos!
Como mais uma vez se pôde constatar não há campanha que nos valha e que leve as pessoas ao estádio! Já acontecia com a direcção anterior. Porque é às 7, porque é às 9, porque é a uma sexta, porque é às 4 de domingo, porque dá na TV, porque, porque, porque… E é tão bom estar lá, ver os amigos, rir, conversar, gritar, pular, ouvir aquela arrepiante balada inicial, ver os miúdos… com faixas e com uma taça! É um ambiente para viver! Só me queixo porque ando há dois jogos a levar com rádios locais algo entusiasmadas, para não dizer provocadoras! Veremos!
Li as palavras de Filipe Teixeira, agradeço cada uma delas, em contraponto com as de Vitor Oliveira após o jogo com o Portimonense. Azedo demais. O sr. Jovem jornalista que resolveu rir-se das palavras de Filipe Teixeira, na sala de imprensa, tem de rever a postura e a responsabilidade que quer dar à profissão que pretende seguir ou não irá muito longe. Falta de senso e de respeito. Era bom que viesse renovada de valores exemplares a nova geração de jornalistas. Feios, porcos e maus já temos quanto baste.
Ah! Finalizando: um jogador da equipa adversária devia ter sido expulso, fez tudo para o merecer, a meio da 1ª parte. O Marinho… tão pequenino, ao lado da maioria dos adversários, e tão grande! Acabou estoirado-
E vamos lá acertar agulhas para o jogo que se segue. Viva a ACADÉMICA!
Esmeralda Maria Antas
