NEM TUDO É MAU

 

Depois do mau resultado e a péssima exibição que a equipa principal da Briosa fez contra o Aves, e se ilusões de subida havia, foram dissipadas, é crível que, sem a pressão dos adeptos, as exibições melhorem, pois matéria prima há, tornado-se prioritário saber trabalhá-la.

Escapa à nossa inteligência – parca já se vê! – entender como é possível haver um grupo de trabalho sem pontas de lança, dois no mínimo, rápidos, raçudos e com poder de fogo de modo a abrir brechas nas defesas e balizas adversárias; custa a entender como uma avançada de pesos-plumas não tem capacidade para sacar duas/ três penalidades por jogo. Causa estranheza, também, o modo como a equipa é armada, com um meio-campo que não defende nem ataca, anda por ali, não obstante haver gente capacitada para dar andamento e solidez àquela zona.

Enfim! Pode ser que na próxima época – se a houver – os erros desta sejam colmatados e se possa ter uma equipa com fio de jogo e pergaminhos de uma Académica ainda de não há muitas épocas.

Em contrapartida, as equipas que envergam a camisola negra - ou, que quando em vez, a substituta – nas competições da FPF têm brilhado, começando a reescrever o historial de antanho, das épocas de títulos ou bons posicionamentos classificativos.

Temos gente. É preciso saber aproveitá-la.

Quem sabe, até – e nós esperamos que se saiba  - não é nos juniores que estão os elementos de que a equipa principal da Briosa precisa.

ACADÉMICA, SEMPRE!

A-CA-DÉ-MI-CA

ACA-DÉ-MICA

ACADÉMICA

BRIOOOSSAAAAAAAAAAAAAAAA