ROUBALHEIRA
ROUBALHEIRA
Quando aqui no Ponney, da parte da manhã de hoje, sábado, se brincava com o resultado do jogo da Académica contra o Penafiel, dizendo que prognósticos, prognósticos só no fim do jogo, mal nos passava pela cabeça que iríamos assistir a um prélio com uma arbitragem vergonhosa, ladra, e tudo o mais que, com denotação desportiva, se possa chamar ao homem do apito e colaboradores. Ladrões, desportivamente falando – repete-se – é um termo demasiado eufemístico, talqualmente bandidos e bandalhos ou filhos de… nem sabemos que dizer pois os vocábulos actualmente usados para o insulto real não se adequam ao desportivo: são demasiado leves…
Enfim! O árbitro de hoje, industrial de carnes ao que se diz, já mais que uma vez, em épocas anteriores, viu os seus estabelecimentos serem vítimas de uma “malandragem” de adeptos contentes com as suas produções em campo. Parece, contudo, que não ganhou juízo.
É certo que, desportivamente falando, volta a repetir-se, ladrão uma vez, ladrão para sempre. E a máfia do futebol, desportivamente falando, não nos cansamos de repetir por causa das coisas, é desta gente que precisa.
Este sacripanta, durante e depois de um jogo em que o Penafiel canelou com força e proveito, acabou por castigar a Académica, expulsando-lhes atletas, pedras principais, quase insubstituíveis – embora de insubstituíveis estejam os cemitérios cheios! - que muita falta irão fazer nos próximos jogos.
Claro que isto é a tática da tal “máfia”: desfalcar em centrais e pontas de lança, para arrumar com as equipas que podem competir com as suas protegidas
Sem tibiezas, é preciso correr com esta gente bandalha do futebol!
