Sonho de Amor
Um dia destes temos de rebuscar a etiqueta “desportomania”, que o Ponney usou durante muitos e muitos anos, e se destinava a “glorificar” o desporto indígena, e, por vezes, surreal e extraterrestre.
Extraterrestre, no mínimo, é o anedótico “namoro” já em vias de facto que, vulcânico, está a acontecer entre lagartas e dragões com o intuito de lançarem forte perseguição e caça às águias.
Não é que isso nos importe – há, n’ O Ponney, desde 1967, um certo ódio de estimação contra o Benfica, que o Taxeira traduzia no seu grito de ardina: O Ponney, Olh’ ó Ponney, traz o Benfica à rasca! – pois que se avenham e desavenham, que de mordam, cuspam, belisquem, etc., etc., que, desde que não atinjam a Académica, até apreciamos. Mas, que diabo!, porque se estão a afundar, querem “salvar-se” como? Com jogadas de “amiganços”?
Bruno de Carvalho quer “moralizar” o futebol português, não é? Só que o espertalhote não passa de um pobre diabo ao serviço do seu Jesus, um espertalhão de todo o tamanho, mais virado para os dragões que para os leões, com ele acomodados em lagartos.
Melhor que este amiganço, só o “vídeo-árbitro” que vai fazer com que a próxima época não chegue ao fim.
Já viram os espetáculos dados pelos comentadores desportivos dados nas TVs? Transponham isso para os vários campos de futebol
