VITÓRIA

VITÓRIA

Não, não pode continuar a ser. Sim, a Académica não pode continuar a ser espoliada pelas equipas de arbitragem de modo persecutório e soez.

Contra o Benfica B, que, com alguma sorte à mistura, a Académica sofreu as maiores afrontas que uma equipa pode ter da parte de uma equipa de arbitragem, quer do árbitro Vítor Ferreira (AF. Braga) quer dos seus auxiliares, mormente – e falo com maior certeza porque estava atrás dele – do que acompanhava o jogo do lado da Solum, isto é, da bancada que tem entrada pela porta 7ª.

A Académica teve uma primeira parte razoável, aliás, razoável mais. ‘# certo que o golo de Tozé marreco logo aos dois minutos deu ânimo aos atletas, que se esforçaram por tentar jogar bem e melhorar o resultado, o que, por várias vezes, esteve aos seu alcance, mas, na verdade, além de Tozé Marreco, a Académica precisa mesmo de um “matador”.

A segunda parte foi diferente: o Benfica fez vir ao de cima a qualidade técnica dos seus jogadores, e com a equipa da Briosa a querer segurar o resultado – um erro do treinador (ou da equipa?) em vários jogos – o empate chegou aos 12 minutos da II parte por Pedro Rodrigues na conversão de uma grande penalidade cometida por Nii Plange, que foi expulso.

Com menos uma unidade e com uma equipa de arbitragem vincadamente contra, os jogadores da Briosa fizeram das tripas coração, aguentaram, desbarataram, andaram “perdidos”, e, já no prolongamento e quando nada o fazia prever, João Real marcou o golo da vitória após centro do recém-entrado Gui.

Os três pontitos, que muita gente pensava que não ia acontecer, vieram mesmo a matar.

A-CA-DÉ-MI-CA

ACA-DÉ-MICA

ACADÉMICA

 

BIOSA, SEEMMMMPREEEEEEEEE!