Editorial 13-05-2017
EDITORIAL de 13-05-2017
Uma semana cheia de assuntos, alguns disparatados, dá pano para mangas para um bom editorial. A dificuldade é escolher.
Fátima, Altar do Mundo, foi, sem dúvida, a mais importante de todas as notícias, não só pelo simbolismo como – e de novo à baila a GNR e a ministra da tutela – pelas péssimas acomodações “oferecidas” aos agentes em serviço. Centremo-nos, porém, no seu significado. Seja-se ou não crente, é indubitável que Fátima se tornou, em termos religiosos, num local de referência mundial; é-o, todavia, uma obra, e referência, do povo português, que acredita na Aparição – ou visão como agora se teima em chamar-lhe - e impôs a devoção mariana dos videntes de Fátima à hierarquia católica. E será essa imagem, principalmente, que o Papa Francisco terá levado consigo após a canonização dos pastorinhos.
Salvador esteve em grande no festival da eurovisão, não sei se pela sua voz andrógina, se pela valia da canção que interpretou, se pela sua doença, do coração diz-se. O certo é que fez furor.
No dia de “Tolerância de ponto dos funcionários públicos”, António Costa toma conta dos filhos do jornalista João Miguel Tavares. Para rir. Por isso entra neste editorial do Ponney.
A Académica já fechou a péssima época, mas tem de preencher calendário. A Queima de 2017 está a findar; a de 2018 já pisca o olho.
Pode voltar a chuva!
ZEQUE
