Editorial 18-03-2017
Hoje é um dia muito especial: o sol brilha e uma pequena brisa desadormece a moleza. O inverno está quase no fim, a primavera está mesmo aí a aparecer.
Gente infame, complexada e de pesos na consciência, a que ainda não conseguimos chegar, “inadvertidamente” quis publicar um vírus no jornal, mas o azar foi tanto, para o Ponney, que ficou completamente esturricado, em cinzas. De que saiu ontem para poder vir à luz, ou à estampa, e mandar uns coicitos aos amigos que tanto o desprezam como aos que o, vá lá saber-se porquê, tanto o temem.
Claro: nós cá vamos continuar a criticar – “ridendo et canendo corrigo mores” – e a brincar com a malta – “ridentem dicere verum” - pois isso está no “estatuto” no jornal.
A rir, a rir…
Pois, talvez por isso alguém nos tenha deitado o fogo, só que, como dizia o dr. Louzã Henriques, não há machado que corte a raiz ao pensamento, ou, dito de maneira menos académica, não há bem que não se acabe nem mal que sempre dure.
O recado está dado (que sonoridade!). É dia de festa. Ficamos por aqui.
ZEQUE
