Editorial 24-12-2016
Véspera de Natal. Há pouco mais de seis meses, o Ponney não renasceu das cinzas, que não chegara a tanto, mas sim do “coma” a que circunstâncias várias o haviam induzido. Embora não em papel, o seu suporte desde o nascimento, informatizado, disponível na rede electrónica que ora o suporta.
Não foi fácil nem está a ser fácil: as pessoas que o alimentam têm outros afazeres e a disponibilidade escasseia. Não há receitas porque ainda não quisemos aceitar publicidade; toda a gente produz com amor e carinho, e colabora no renascimento de um sonho que havia adormecido. Sim, porque o Ponney, brincalhão e satírico, foi o sonho concretizado dos fundadores e dos que se lhes seguiram, E continua a ser, pelo que tudo se fará para o manter vivo, cada vez mais vivo e acutilante nas críticas de bem e maldizer. Não estranha assim que os meus primeiros votos de Boas Festas vão, como não podia deixar de ser, para os colaboradores, da edição à redacção, e, sobretudo, aos colaboradores externos que nos vão fazendo chegar textos fantásticos que o Ponney se orgulha de publicar. Para eles o nosso muito obrigado.
Não podemos deixar de prendar também, esperando por melhores dias, as pessoas que nos prometeram textos e nunca colaboraram. É Natal e temos fé em que melhores dias virão e a veia literária se lhes solte de vez.
Um obrigado muito especial, também, para o Dr. Nuno Gil, autor do “desenho” informático, que tem recebido vários encómios, sugestivo e facilitador da abertura e programação dos textos.
Por fim, um muito obrigado especial aos leitores, de Portugal e do meu mundo, cujo número, dia a dia, vai crescendo.
A todos em geral, no mundo inteiro, os votos do Ponney para que a força do Natal – Paz e Amor – transverta as forças da destruição em forças de construção, estimule a convivência e aumente a solidariedade entre os povos, privilegiando as criança.
ZEQUE
