Editorial 25-02-2017
EDITORIAL de 25-02-2017
Zeca Afonso faleceu há 30 anos. Fisicamente, claro, que o seu canto e a sua poesia perdurarão enquanto houver Memória.
Que saibamos, em Coimbra não há qualquer estátua sua; Manuel alegre, um arremedo de poeta e prosador, tem duas. Por não dever nada a Coimbra como afirmou.
Um grupelho de idiotas – só pode ser! – invadiu a Universidade e destruiu obras de arte de incalculável valor, insubstituíveis. O Magnífico Reitor ameaça com queixa-crime. Muito pouco: a gandulagem não interessa nem à cidade nem à universidade. Expulsá-los de uma e outra, impõe-se de imediato.
Orgulho: a telemedicina do CHUC é modelo para o país e para a europa; a Nelson Mandela Metropolitan University atribuiu o título de “Honary Professor” a Estrela Figueiredo, investigadora do Centro de Ecologia Funcional da FTUC; reabilitação humana, que não urbana, melhora a vida no centro histórico da cidade; e a FTUC mostra ao público, no Alma, a investigação de excelência que faz.
Domingo vai haver folia nas ruas do Bairro Norton de Matos e arredores: a Câmara mandou limpar as ervas que “lixavam” o palco. Pena os arredores não terem sido contemplados.
O centro de estágio do Jamor parece ter-se tornado centro de orgias e de abusos sexuais. O IPDJ e o CAR Jamor são sustentados pelo erário público. Com certeza que os contribuintes não estão interessados em “sustentar” as “novas modalidades” que de desportivas nada têm. Expurguem-se, pois, tais atletas e os “comandos” do centro.
O custo de vida sobe, mas as novas reformas são cada vez mais baixas e as velhas não crescem. Enquanto isso, o primeiro-ministro delicia-se no parlamento com piadas de baixa-política. Se tivesse dez réis de vergonha demitia-se após aquela grosseria da “retalina”.
Marcelo foi completamente enredado pelo PS e acompanhantes, e não vislumbra saída. Até o inefável João Galamba se permite dar-lhe umas “bicadas”.
Centeno indica Francisco Louçã para o conselho consultivo do Banco de Portugal. Na verdade, não há almoços grátis.
ZEQUE
