Editorial 27-08-2016

EDITORIAL - 27-08-2016

Segundo o dito e escrito por membros do governo e afiliados, o problema da Caixa Geral de Depósitos parece estar em vias de solução. Duvido. São tantas as peripécias, os avanços e os recuos, o diz-se contrário ao faz-se, que, em vez de diminuir o problema tende a aumentar. Porque não se diz claramente que a CAIXA vai ter accionistas privados e que alguns dos administradores escolhidos fazem parte das empresas que vão ajudar a capitalizar a instituição de crédito que, desde a sua constituição, foi o grande baluarte do sistema financeiro português?

Quero continuar a ser português, jamais moçárabe. Não entendo, por isso, o “medo” e o “carinho” com que se aceitam, na europa – principalmente França e Espanha – as pretensões de um povo – ia dizer raça – que, não obstante ter sido de importância fundamental no desenvolvimento da civilização humana, se queda hoje nas antípodas dos modos de ser e estar por que se regem os povos ocidentais.

O caso do miúdo de Ponte de Sor choca muita gente porque terá sido barbaramente agredido por dois iraquianos, meninos-bem, imunes à justiça portuguesa. Como sempre, há pelo menos duas versões. Em qual acreditar? Choca-me o acontecimento, mas choca-me muito mais a idade dos intervenientes, e o ambiente de álcool e droga em que a juventude, deseducada, chafurda.

Aguardemos!

ZEQUE