AI QUE MEDO!

AI QUE MEDO!

O mundo está mesmo a ficar invertido. Todos sabemos que, com os governantes que temos, já ninguém é dono do que é seu, pois as Finanças e similares entram pelas casas dentro das pessoas e, sem pedir autorização, levam tudo, tudo para dar aos novos donos disto tudo, a nova classe política, cuja barriga incha na proporção inversa da do Zé povo que mingua.

Mas giro, giro, é ver o alarido que vai por esse mundo fora, melhor, por essa Europa fora, tesa e endividada, com milhões – dizem os jornais porque desconhecem o termo de biliões, ou bilhões -  de mulheres a gritar, a barafustar contra o “isolado” Trump que usurpou, está visto, a presidência americana sem ter dado cavaco aos eleitores.

Não conhecemos Trump nem aquilo de que é capaz. Por isso, estranha-se este clima de agitação… feminina…

Trump é Trump, uma incógnita, diz-se por cá, por esta Europa despersonalizada, faminta e malandra, a clamar por valores que há muito perdeu e só está a recuperar de boca.

Trump é Trump. Ou talvez seja Trumpete, ou trompete, arauto de uma nova ordem social no bom ou no mau sentido. Trump é o presidente dos Estados Unidos, um país divido, dizem, que tem metade da sociedade consigo e outra metade contra. Asneiras, com certeza.

Trump é Trump, melão ou melancia – vá lá saber-se – uma incógnita até ser aberto. Um enigma que, para desconforto da europa de prosápia balofa, levou já a primeira ministra inglesa a visitá-lo, para saber com que pode contar nas relações bilaterais que, de certeza, vai incrementar.

Como dizia a “cigana” do provérbio, “quem não deve não treme” .Para já, Trump não deve. Tremam os europeus da Nato se o novo presidente dos USD - usa mas não abuses - .  resolver fechar os cordões à bolsa.

Um aviso: não o provoquem, para não terem de, em breve, se lhe ajoelharem aos pés a pedirem apoios de várias espécies: ele, temos a certeza, não é o como o presidente de lagriminha no olho que o antecedeu. Nem como o burro do Camilo.