De mentira em mentira

De mentira em mentira

Madonna andou por aí, por Lisboa, a passear-se: acorreu aos apelos de Marcelo, Costa e Centeno, os três da vid’ airada; queria conhecer a cidade pacóvia, lauta boda, onde chafurda uma pandilha toda. Veio, também, ao encontro do Benfica e do cheirinho dos pós de perlópópó e de perlimpimpim, mágicos, que estiveram na base do tetra.

Pós, Pós… pós época de vacas magras, que as gordas pastavam lá pelo Norte.

Portugal – Lisboa é Portugal e o resto do país é conversa fiada -  está na maior. Todos os dias se comunicam novidades. Costa fala, fala, fala, a tentar imitar Marcelo; e Centeno, ainda que meio envergonhado, lá também debitando as suas aldrabices. Fazem-nos lembrar aquele advogado que pouca gente conhecia e que agora, num diário da urbe conimbricense, debita elogios e mais elogios ao seu sócio de escritório, que destruiu a Académica…

Com p país passa-se o mesmo: dizem que vão fazer e mais isto e aquilo, mas do que disseram ter feito nada passou do papel: não aumentaram as reformas nem os vencimentos, questionáveis, dos funcionários públicos. Em oposição, sem nada ter sido prometido, criaram novos impostos.

O custo de vida sobe; o nível de vida baixa. Há cada vez mais pobreza. Como em Cuba, há mais de quarenta anos, a “revolução” continua; tal como lá, rumo à miséria plena.

Os números do INE devem ter fermentado. Pois... pois...