O infeliz
*Poderia dizer que não nenhum cartel de lavagem do "guito" da droga ? e de
outras fontes de receitas muito, mas muito emporcalhadas ?*
*E, porque teve necessidade de dizer "nenhum cartel da droga" ?*
*Portugal, se tivesse prosseguido tirado ilacções do acto de justiça de
Arnaldo de Matos quando ordenou ao betinho durão a devolução do que havia
roubado, não se teria colocado perante a possibilidade da humilhação
internacional a que este sujeitinho nos está a sujeitar.*
*Não pode ser patriota que envergonha os compatriotas!*
*Sande Brito Jr*
Durão Barroso diz que a Goldman Sach não é "nenhum cartel da droga"
00:47 Económico
Durão Barroso elogiou esta sexta-feira a atitude do primeiro-ministro em
pedir esclarecimentos ao actual presidente da Comissão Europeia. À margem
de um congresso no Estoril, disse ainda que não se juntou a nenhum cartel
da droga e que não aceita ser discriminado por ter aceitado trabalhar na
Goldman Sachs.
[image: Durão Barroso diz que a Goldman Sach não é]
Durão Barroso, considerou hoje que o primeiro-ministro "agiu com muita
dignidade" ao pedir esclarecimentos ao presidente da Comissão
Europeia, Jean Claude Juncker, sobre o tratamento que está a ser dado ao
ex-presidente da Comissão Europeia pelo novo cargo no banco de investimento
Goldman Sachs.
"Fiquei satisfeito. Penso que [António Costa] entendeu que havia aqui um
caso de discriminação e pediu formalmente ao presidente da Comissão [Jean
Claude Juncker], porque entendeu que devia pedir. Agiu com muita dignidade,
defendendo aquilo que é uma posição portuguesa", afirmou Durão Barroso.
António Costa pediu esclarecimentos sobre tratamento a Durão Barroso.
O ex-presidente da Comissão Europeia lembrou outros comissários que também
passaram pelo banco Goldman Sachs (é,por exemplo, o caso de Mário Monti,
que foi senior advisor do banco, e foi comissário europeu durante dois
mandatos consecutivos).
O antigo presidente da Comissão Europeia e agora presidente não-executivo
da Goldman Sachs International falava aos jornalistas à margem do congresso
internacional da INSOL Europe, que decorreu hoje num hotel do Estoril, em
Cascais.
Durão Barroso voltou a dizer que está a ser alvo de discriminação e lembrou
que houve outros membros da Comissão Europeia, inclusive ex-presidentes,
que também ocuparam cargos em grandes bancos internacionais e não foram
acusados de nada.
"Afirmações são discriminatórias contra mim e contra a Goldman Sachs"
"Por que razão há contra mim? A minha opinião é porque sou português.
Pode-se gostar ou não da minha atitude, concordar ou não com a minha
escolha, mas há uma coisa que é certa: sou um cidadão português, estou no
pleno uso dos meus direitos. Não aceito que me sejam limitados os meus
direitos. Não fui para nenhum cartel da droga, estou a trabalhar numa
entidade legal", defendeu.
"Se eu fosse italiano, o Estado italiano cairia em cima da Comissão
Europeia se esta tomasse uma atitude discriminatória contra alguém do seu
país", disse Durão Barroso
O responsável reiterou que fez tudo de forma "transparente, regular,
escrupulosamente certa" e, por isso, não aceita que lhes sejam atribuídas
"intenções malévolas e comportamentos incorrectos".
Durão Barroso disse ainda compreender algumas críticas, mas não aceitar
outras e reconhece que a Goldman Sachs é "um nome controverso, como todos
os grandes bancos internacionais".
"Simplesmente não aceito que se procure criar uma discriminação contra uma
entidade financeira que opera nos mercados, que está devidamente legalizada
e devidamente regulada e também não aceito que haja discriminação contra
mim, isso é contra as regras europeias, contra o direito europeu", reiterou.
O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse que “não
haveria problema” se José Manuel Durão Barroso assumisse uma posição num
banco privado, mas “não no Goldman Sachs”.
"O meu trabalho será promover uma cultura de responsabilização, ética e
transparência no banco. Não posso ser responsabilizado por coisas do
passado. Acho que é perfeitamente aceitável do ponto de vista ético e moral
trabalhar para o Goldman Sachs", explicou Durão Barroso.
Sobre o comentário do primeiro-ministro francês, François Hollande, que
disse ser "moralmente inaceitável" que Durão Barroso ocupasse o novo cargo,
o português considerou que mostrou "ceder à pressão" e "não dignificou nada
a sua posição".
O tratamento discriminatório a que se refere Durão Barroso é ao facto de a
Comissão pretender receber o português como um simples lobbista e não com
honras de ex-presidente do executivo comunitário.
Durão Barroso escreveu a Bruxelas a reagir ao tratamento que lhe foi
imputado quando aceitou o cargo no banco Goldman Sachs.
outras fontes de receitas muito, mas muito emporcalhadas ?*
*E, porque teve necessidade de dizer "nenhum cartel da droga" ?*
*Portugal, se tivesse prosseguido tirado ilacções do acto de justiça de
Arnaldo de Matos quando ordenou ao betinho durão a devolução do que havia
roubado, não se teria colocado perante a possibilidade da humilhação
internacional a que este sujeitinho nos está a sujeitar.*
*Não pode ser patriota que envergonha os compatriotas!*
*Sande Brito Jr*
Durão Barroso diz que a Goldman Sach não é "nenhum cartel da droga"
00:47 Económico
Durão Barroso elogiou esta sexta-feira a atitude do primeiro-ministro em
pedir esclarecimentos ao actual presidente da Comissão Europeia. À margem
de um congresso no Estoril, disse ainda que não se juntou a nenhum cartel
da droga e que não aceita ser discriminado por ter aceitado trabalhar na
Goldman Sachs.
[image: Durão Barroso diz que a Goldman Sach não é]
Durão Barroso, considerou hoje que o primeiro-ministro "agiu com muita
dignidade" ao pedir esclarecimentos ao presidente da Comissão
Europeia, Jean Claude Juncker, sobre o tratamento que está a ser dado ao
ex-presidente da Comissão Europeia pelo novo cargo no banco de investimento
Goldman Sachs.
"Fiquei satisfeito. Penso que [António Costa] entendeu que havia aqui um
caso de discriminação e pediu formalmente ao presidente da Comissão [Jean
Claude Juncker], porque entendeu que devia pedir. Agiu com muita dignidade,
defendendo aquilo que é uma posição portuguesa", afirmou Durão Barroso.
António Costa pediu esclarecimentos sobre tratamento a Durão Barroso.
O ex-presidente da Comissão Europeia lembrou outros comissários que também
passaram pelo banco Goldman Sachs (é,por exemplo, o caso de Mário Monti,
que foi senior advisor do banco, e foi comissário europeu durante dois
mandatos consecutivos).
O antigo presidente da Comissão Europeia e agora presidente não-executivo
da Goldman Sachs International falava aos jornalistas à margem do congresso
internacional da INSOL Europe, que decorreu hoje num hotel do Estoril, em
Cascais.
Durão Barroso voltou a dizer que está a ser alvo de discriminação e lembrou
que houve outros membros da Comissão Europeia, inclusive ex-presidentes,
que também ocuparam cargos em grandes bancos internacionais e não foram
acusados de nada.
"Afirmações são discriminatórias contra mim e contra a Goldman Sachs"
"Por que razão há contra mim? A minha opinião é porque sou português.
Pode-se gostar ou não da minha atitude, concordar ou não com a minha
escolha, mas há uma coisa que é certa: sou um cidadão português, estou no
pleno uso dos meus direitos. Não aceito que me sejam limitados os meus
direitos. Não fui para nenhum cartel da droga, estou a trabalhar numa
entidade legal", defendeu.
"Se eu fosse italiano, o Estado italiano cairia em cima da Comissão
Europeia se esta tomasse uma atitude discriminatória contra alguém do seu
país", disse Durão Barroso
O responsável reiterou que fez tudo de forma "transparente, regular,
escrupulosamente certa" e, por isso, não aceita que lhes sejam atribuídas
"intenções malévolas e comportamentos incorrectos".
Durão Barroso disse ainda compreender algumas críticas, mas não aceitar
outras e reconhece que a Goldman Sachs é "um nome controverso, como todos
os grandes bancos internacionais".
"Simplesmente não aceito que se procure criar uma discriminação contra uma
entidade financeira que opera nos mercados, que está devidamente legalizada
e devidamente regulada e também não aceito que haja discriminação contra
mim, isso é contra as regras europeias, contra o direito europeu", reiterou.
O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse que “não
haveria problema” se José Manuel Durão Barroso assumisse uma posição num
banco privado, mas “não no Goldman Sachs”.
"O meu trabalho será promover uma cultura de responsabilização, ética e
transparência no banco. Não posso ser responsabilizado por coisas do
passado. Acho que é perfeitamente aceitável do ponto de vista ético e moral
trabalhar para o Goldman Sachs", explicou Durão Barroso.
Sobre o comentário do primeiro-ministro francês, François Hollande, que
disse ser "moralmente inaceitável" que Durão Barroso ocupasse o novo cargo,
o português considerou que mostrou "ceder à pressão" e "não dignificou nada
a sua posição".
O tratamento discriminatório a que se refere Durão Barroso é ao facto de a
Comissão pretender receber o português como um simples lobbista e não com
honras de ex-presidente do executivo comunitário.
Durão Barroso escreveu a Bruxelas a reagir ao tratamento que lhe foi
imputado quando aceitou o cargo no banco Goldman Sachs.
