TRUMPAMOTO ou o terramoto de TRUMP(A)
Quando Donald Trump arrogou a presidência dos USA (mas não abusa), os investidores reagiram de forma positiva. O plano prótido, perdão, apalavrado da tão prometida reforma fiscal norte-americana fez Wall Street negociar em exaltação e atingir máximos históricos, levando, por arrasto, os principais mercados financeiros do resto do mundo. Só que os índices – que o diga Marcelo ao acreditar Costa! - não são imunes aos sucessivos escândalos que envolvem o sucessor de Barack Obama, e, na quarta-feira passada, em Nova Iorque, a bolsa tremeu mais que o brasileiraço TEMER, registando um dos maiores afundanços do ano. Após a revelação de que Donald Trump teria divulgado informação confidencial sobre o Daesh às autoridades russas, as suspeitas de que o presidente norte-americano, com a demissão do diretor do FBI, James Comey, estaria a tentar interferir na investigação em curso sobre as ligações da sua administração à Rússia foram a gota de água. Membros do Congresso admitiram que a destituição de Trump poderia vir a ser discutida e os mercados cederam à pressão do medo, reagindo de forma violenta, com o Dow Jones e o S&P 500 a terem o seu pior dia em oito meses.
Por isso, para contrabalançar, TRUMP, sobraçou o seu melhor “cardápio” bélico, e vá de partir para as terras de Maomé, onde foi vender umas coisas que fazem pum-pum, e também fortes estrondos.
Com os negócios tachados, ficou por lá umas horas a relaxar, e vai de voltar à terra e mostrar que negociar é com ele.
Enfim, armas, armas para que vos quero…
(Nota: Segunda-feira a bolsa vai crescer; aproveita para “ganhar” na noite).
