A falta de vergonha e antiga e transversal
"Perverso e uma pouca-vergonha" foi o que aconteceu no tempo do PSD
O líder da bancada socialista, Carlos César, considerou hoje "perverso e
uma pouca-vergonha" o que aconteceu durante o governo do PSD, quando
antigos membros do executivo, depois das privatizações, foram para empresas
como EDP e ANA.
[image: "Perverso e uma pouca-vergonha" foi o que aconteceu no tempo do PSD]
© Global Imagens
[image: Notícias ao Minuto]
Há 15 Horas por Lusa
Política Carlos César
"A nomeação de Diogo Lacerda Machado, como representante do acionista
público, é um corolário de ter sido ele, justamente, quem representou e
atuou em nome do Estado no regresso do capital público à empresa. Está a
representar quem antes representou, e muito bem", disse Carlos César numa
declaração à agência Lusa, em resposta às acusações do líder do PSD sobre a
nomeação de Diogo Lacerda para a administração da TAP.
Na opinião do líder parlamentar do PS, "grave, perverso e uma
pouca-vergonha é o que aconteceu nos tempos de governo do PSD, quando,
governantes, após privatizações, foram, por exemplo, nomeados pelos
privados para empresas como a EDP e a ANA".
"Isso sim foi uma pouca-vergonha", criticou.
No sábado à noite, em Viseu, o líder do PSD e antigo primeiro-ministro,
Pedro Passos Coelho, afirmou ser "uma pouca-vergonha" o Governo nomear para
a administração da TAP Diogo Lacerda Machado, que foi "o mesmo homem que
andou a negociar a reversão" da privatização da transportadora.
Já hoje à tarde, o primeiro-ministro, António Costa, recusou-se, em São
Paulo, no Brasil, a responder às acusações do presidente do PSD.
Em declarações à agência Lusa, o ministro do Planeamento e das
Infraestruturas, Pedro Marques, considerou que Diogo Lacerda Machado "já
deu provas de saber negociar vários dossiês complexos, mas sobretudo saber
interpretar bem os interesses públicos", afirmando que "pouca vergonha é
Passos Coelho nunca ter explicado aos portugueses porque é que privatizou a
TAP pela calada da noite e já com o seu Governo demitido".
Também a líder do BE, Catarina Martins, se pronunciou sobre este assunto
durante um discurso na apresentação do candidato bloquista à Câmara do
Seixal, onde defendeu que o Governo tem que acabar com "velhos hábitos" na
nomeação de administradores para empresas públicas e criticou as
declarações de Passos Coelho sobre o assunto, afirmando que este agiu da
mesma forma quando estava a chefiar o executivo.
Sobrinha de Carlos César contratada pela Câmara de Lisboa. "É revoltante"
Notícia foi avançada hoje e já há reações. "Bem haja o albergue Medina",
diz social democrata José Eduardo Martins.
[image: Sobrinha de Carlos César contratada pela Câmara de Lisboa. "É
revoltante"]
© Facebook
[image: Notícias ao Minuto]
Há 1 Hora por Andrea Pinto
Política José Eduardo Martins
A alegada contratação da sobrinha de Carlos César, líder parlamentar
socialista e presidente do PS, para trabalhar numa empresa pertencente à
Câmara Municipal de Lisboa, já está a originar reações.
José Eduardo Martins fez uso da sua página no Facebook para comentar o
caso, referindo-se ao mesmo como “revoltante”.
De forma irónica, o social democrata questiona como é possível haver um
familiar de César “que ainda não estava a ajudar na coisa pública”.
“Revoltante este desperdício finalmente corrigido”, escreve, enviando um
“Bem haja [ao] albergue Medina”.
Licenciada em Sociologia, Inês César foi, segundo avança o site Observador,
admitida na empresa responsável pela gestão de bairros sociais, a Gebalis.
Isto depois de ter terminado funções na Junta de Freguesia de Alcântara,
também ela liderada por um executivo socialista.
*A falta de vergonha é antiga e transversal!*
*Não se acabou já com ela porque, os fiscais do estado deste estado em tão
mau estado, são os que deputam a falta de vergonha.*
*Se quisessem, de facto, deputar com vergonha, legislavam o indispensável
para todas e quaisquer nomeações para o âmbito do Estado e em representação
do Estado.*
*Aliás, começariam pelos requisitos mínimos de perfil global para alguém
poder ser candidato a deputado da república, regional ou municipal.*
*Depois, definiriam as regras para caracterizar cada posto de trabalho em
qualquer sítio do estado, estabelecendo o imperativo da existência da
respectiva carta de funções e, bem assim, o necessário e rigoroso perfil
profissional para a poder cumprir. E ficaria facilitado o trabalho de
definição de carreiras e regimes remuneratórios.*
*Básico!*
*Entretanto, deixem-se de tretas os agentes - encartados ou carteiristas -
da comunicação social, que só revelam a memória que convém.*
*Sande Brito Jr*
O líder da bancada socialista, Carlos César, considerou hoje "perverso e
uma pouca-vergonha" o que aconteceu durante o governo do PSD, quando
antigos membros do executivo, depois das privatizações, foram para empresas
como EDP e ANA.
[image: "Perverso e uma pouca-vergonha" foi o que aconteceu no tempo do PSD]
© Global Imagens
[image: Notícias ao Minuto]
Há 15 Horas por Lusa
Política Carlos César
"A nomeação de Diogo Lacerda Machado, como representante do acionista
público, é um corolário de ter sido ele, justamente, quem representou e
atuou em nome do Estado no regresso do capital público à empresa. Está a
representar quem antes representou, e muito bem", disse Carlos César numa
declaração à agência Lusa, em resposta às acusações do líder do PSD sobre a
nomeação de Diogo Lacerda para a administração da TAP.
Na opinião do líder parlamentar do PS, "grave, perverso e uma
pouca-vergonha é o que aconteceu nos tempos de governo do PSD, quando,
governantes, após privatizações, foram, por exemplo, nomeados pelos
privados para empresas como a EDP e a ANA".
"Isso sim foi uma pouca-vergonha", criticou.
No sábado à noite, em Viseu, o líder do PSD e antigo primeiro-ministro,
Pedro Passos Coelho, afirmou ser "uma pouca-vergonha" o Governo nomear para
a administração da TAP Diogo Lacerda Machado, que foi "o mesmo homem que
andou a negociar a reversão" da privatização da transportadora.
Já hoje à tarde, o primeiro-ministro, António Costa, recusou-se, em São
Paulo, no Brasil, a responder às acusações do presidente do PSD.
Em declarações à agência Lusa, o ministro do Planeamento e das
Infraestruturas, Pedro Marques, considerou que Diogo Lacerda Machado "já
deu provas de saber negociar vários dossiês complexos, mas sobretudo saber
interpretar bem os interesses públicos", afirmando que "pouca vergonha é
Passos Coelho nunca ter explicado aos portugueses porque é que privatizou a
TAP pela calada da noite e já com o seu Governo demitido".
Também a líder do BE, Catarina Martins, se pronunciou sobre este assunto
durante um discurso na apresentação do candidato bloquista à Câmara do
Seixal, onde defendeu que o Governo tem que acabar com "velhos hábitos" na
nomeação de administradores para empresas públicas e criticou as
declarações de Passos Coelho sobre o assunto, afirmando que este agiu da
mesma forma quando estava a chefiar o executivo.
Sobrinha de Carlos César contratada pela Câmara de Lisboa. "É revoltante"
Notícia foi avançada hoje e já há reações. "Bem haja o albergue Medina",
diz social democrata José Eduardo Martins.
[image: Sobrinha de Carlos César contratada pela Câmara de Lisboa. "É
revoltante"]
[image: Notícias ao Minuto]
Há 1 Hora por Andrea Pinto
Política José Eduardo Martins
A alegada contratação da sobrinha de Carlos César, líder parlamentar
socialista e presidente do PS, para trabalhar numa empresa pertencente à
Câmara Municipal de Lisboa, já está a originar reações.
José Eduardo Martins fez uso da sua página no Facebook para comentar o
caso, referindo-se ao mesmo como “revoltante”.
De forma irónica, o social democrata questiona como é possível haver um
familiar de César “que ainda não estava a ajudar na coisa pública”.
“Revoltante este desperdício finalmente corrigido”, escreve, enviando um
“Bem haja [ao] albergue Medina”.
Licenciada em Sociologia, Inês César foi, segundo avança o site Observador,
admitida na empresa responsável pela gestão de bairros sociais, a Gebalis.
Isto depois de ter terminado funções na Junta de Freguesia de Alcântara,
também ela liderada por um executivo socialista.
*A falta de vergonha é antiga e transversal!*
*Não se acabou já com ela porque, os fiscais do estado deste estado em tão
mau estado, são os que deputam a falta de vergonha.*
*Se quisessem, de facto, deputar com vergonha, legislavam o indispensável
para todas e quaisquer nomeações para o âmbito do Estado e em representação
do Estado.*
*Aliás, começariam pelos requisitos mínimos de perfil global para alguém
poder ser candidato a deputado da república, regional ou municipal.*
*Depois, definiriam as regras para caracterizar cada posto de trabalho em
qualquer sítio do estado, estabelecendo o imperativo da existência da
respectiva carta de funções e, bem assim, o necessário e rigoroso perfil
profissional para a poder cumprir. E ficaria facilitado o trabalho de
definição de carreiras e regimes remuneratórios.*
*Básico!*
*Entretanto, deixem-se de tretas os agentes - encartados ou carteiristas -
da comunicação social, que só revelam a memória que convém.*
*Sande Brito Jr*
