Aconteceu!

 

Nesta 1.ª edição de 2017, alguns comentários sobre o ano que findou, e que não deixa saudades:

- Síria, “falhámos colectivamente”. Alepo deve ou deverá representar o fim da procura da vitória militar. A carnificina foi tanta, que a ONU admite que falhámos colectivamente com o povo da Síria.

Vitória para Putin, Al-Assad e Irão? O tempo o dirá.

- Foram 22 as personalidades que faleceram em 2016. Entre elas Nicolau Breyner, Camilo de Oliveira, David Bowie, Leonard Cohen, Prince, Fidel de Castro e outros.

- A eleição de Donald Trump não deixa ninguém indiferente. Da direita à esquerda, ou da direita à menos direita, na USA, não se sabe com o que se pode contar. São tantos os disparates que dispara em todos os sentidos, que as pessoas de bem preferem não lhes dar importância. São como se diz por estes lados “basófias” de um ser anacrónico, ou melhor, de um cowboy de um filme do western de muito mau gosto.

- Aqui neste rectângulo à beira-mar, a coligação de esquerda aguentou-se e conseguiu provar que os partidos podem ser diferentes, mas com bom senso se pode governar um País. Aguardemos o que 2017 nos vai reservar.

- E para terminar em grande estilo, Marcelo Rebelo de Sousa.

- Que dizer, consegue driblar em todas as direcções.  Começou a ser “político” quando assumiu a Presidência da República e deixará de o ser quando terminar o mandato (digo eu)

Como não gosto de adivinhações, não faço prognósticos…Que 2017 seja o Ano da Paz, da Fraternidade, do Amor, muito especialmente pelo próximo.

IMES