COMO SE ESGUEIRA O DINHEIRO DA SEGURANÇA SOCIAL


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O dinheiro da Segurança Social é mal gerido pelos sucessivos governos, desde a integração das Caixas de Previdência, cujas reservas têm sido esbanjadas para fins diversos sem atribuir à Segurança Social receitas específicas para tais fins diversos.
O exemplo infra é, a um tempo, bom e mau.
Bom, porque ilustra como, levianamente, se recorreu abusivamente à Segurança Social para apoiar quem não devia ter sido apoiado, mas, sim, devia ter sido repatriado.
Mau, porque vai ser ignorado para não corrigir nada. É péssimo não aprender com os erros!
E, É VERGONHOSO!
Porque ainda merece discussão na "mui magna assembleia representativa do povo" o aumento de pensões, por exemplo de viúvas, que recebem, por mês, verbas bem inferiores às oferecidas a este nem nem sei quê.
Como é possível um@ português@ em Portugal nascid@ valer menos que um nem nem sei quê, venha ele de onde vier, sem sequer o Estado Português se assegurar que poderá fazer algo de útil onde se acolhe.
Este Estado demite-se das suas funções quando gasta o dinheiro dos portugueses naqueles que se esgueiram anos a fio com subsídios imerecidos e, ainda, sem controlar as respectivas actividades.
E, não queiram confundir-me com o termo, muito em voga, solidariedade, porque isto é puro roubo dos portugueses nascidos em Portugal.
Sande Brito Jr
Suspeito de terrorismo entrou em Portugal como asilado político 1/36
Hicham el Hafani, o cidadão marroquino detido em França, suspeito de estar a preparar um atentado terrorista, com outros seis homens, entrou em Portugal em outubro de 2013, com o estatuto de refugiado político. E, de novembro desse ano a junho de 2014, ficou alojado na Fundação CESDA - Centro Social do Distrito de Aveiro, na localidade do Paço, em Esgueira, Aveiro. Devido à sua condição de refugiado, o marroquino, que não tinha profissão conhecida, era apoiado financeiramente pelo Estado português. Contactado, a CESDA não se quis pronunciar sobre o assunto. Segundo o JN apurou, para entrar em Portugal, Hicham terá alegado que era perseguido no seu país, por pertencer ao Movimento 20 de Fevereiro, grupo contestatário do regime de Marrocos. Já em Portugal, a Segurança Social encaminhou-o para a Fundação CESDA, com quem tem protocolo, que lhe dava alimentação, dormida e acompanhamento social. Além disso, o marroquino recebia 190 euros de subsídio, através do Estado português, para pequenos gastos que tive Apoio subiu para os 250 Em julho de 2014, Hicham, de 26 anos, foi considerado "autonomizado", o que significava que já teria condições para sair da alçada da instituição e para viver de forma autónoma. O JN soube que, naquele mês, o alegado terrorista - que agora as autoridades suspeitam estar ligado ao "Estado Islâmico" - alugou um quarto, com um amigo, que também seria refugiado. Suspeita-se de que a casa onde viveu fosse situada na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, onde algumas pessoas se recordam dele. E foi aí que viveu, até julho deste ano.
A partir do momento em que saiu da fundação CESDA, Hicham el Hanafi passou a receber um subsídio mais alto da Segurança Social, na ordem dos 250 euros. Era com esse dinheiro que pagaria o quarto e a sua alimentação. Não se sabe se chegou a trabalhar na região de Aveiro, mas, se o fez, não há qualquer registo de contratos de trabalho em seu nome. Sabe-se, apesar disso, que tentou pedir Rendimento Social de Inserção, mas que o mesmo lhe foi negado.
O cidadão marroquino foi detido em Marselha, pela Polícia francesa, que tinha recebido informações da Unidade Nacional Contra Terrorismo da Polícia Judiciária. |

