E NINGUÉM VAI PRESO?

 

*E, depois, admiram-se que Angola, ou a República Popular de Angola, com
tantos ensinamentos e condescendências, não seja um Estado de Direito.*

*Será que Portugal é mesmo?*

*Sande Brito Jr*

Em 25 de abril de 2017 21:53, carlos dinis Varanda <
varanda.carlos1@gmail.com> escreveu:

[Esconder Texto Citado]
             Claro que acho que o 25A deve ser comemorado, como deveriam
ser comemoradas outras Datas Muito Mais Importantes da História de Portugal
que são esquecidas. Não concordo é com a "crítica balofa" só para terem
qualquer coisa para criticar como, por exemplo, que o Prof. Marcelo Rebelo
de Sousa, Presidente da República, levava o Cravo Vermelho na mão em vez de
na lapela (???); este tipo de "balholhice" só pode sair da cabeça de um
Imbecil Fanático Atrasado Mental. Também acho que comemorar Democracia e
Liberdade, que nunca tivemos como não temos Povo para as exigir e muito
menos para as praticar, só depois de resolvidos os Problemas Mais Gritantes
dos quais me vou servir de apenas dois exemplos para não enumerar centenas
de outros, também do conhecimento dos Governantes e
dos Adeptos "Futebolistas/Telenovélicos" Portugueses...!!!
      *1º Exemplo*

* Um Joaquim*

*HOJE MANDO-VOS ESTE JOAQUIM, CUJA HISTÓRIA JÁ NÃO É NOVA*

*AMANHÃ SERÁ OUTRO JOAQUIM;*

*NESTE PAÍS HÁ PULHAS E JOAQUINS PULHAS PARA TODOS OS DIAS DO ANO, FORA OS
PULHAS COM TANTOS OUTROS NOMES E DO CONHECIMENTO DOS GOVERNANTES... *


*- O Joaquim pede emprestado quase 300 milhões de euros para comprar os
jornais DN, JN e a TSF, aos bancos BCP e BES;*

*- O Joaquim não paga!? nem os juros!;*

*- Os bancos perdoam quase 2/3 da divida;*

*- Outra parte convertida em capital, ficando o Joaquim com uma parte!!!!*

*- O BCP recebeu uma ajuda do Governo (isto é, de todos nós) de três mil
milhões de euros! para tapar os* *seus? buracos e os da OLIVEDESPORTOS?*

*AO QUE CONSTA, A MAIOR PARTE DA OLIVESDESPORTOS VAI SER COMPRADA PELO
MOSQUITO, EMPRESÁRIO ANGOLANO QUE JÁ COMPROU A SOARES DA COSTA*

*Conclusão:*

*- O Joaquim comprou uma grande empresa de comunicação social, com muita
influência política.*

*- O Joaquim não meteu um tostão seu na compra, pois os bancos pagaram por
ele.*

*- O Joaquim não pagou a dívida?..nem vai pagar.*

*- Os bancos quase que faliram e perdoam.*

*- Não faz mal, a malta paga sempre.*

*Terei percebido bem?*

*Ah, esqueci-me: o Joaquim é dono da SportT**V**, que manda no futebol, e
nenhum Banco penhorou as acções dele!*

*...E NINGUÉM VAI PRESO ?**!*

*ISTO É UM* *VERDADEIRO* *GANG A VIVER À NOSSA CUSTA!* *Gostam?*


[image: cid:JU8XjyphnLJTrgDt3f4Malx@ptmail-php10]* Texto gentilmente
cedido por JAVC*

*    2º EXEMPLO*

*Lista dos 9 maiores devedores que afundam a Caixa Geral de Depósitos
<http://feedproxy.google.com/~r/NoVotemPensem/~3/BL4rPojxHdc/lista-dos-9-maiores-devedores-que.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email>*

*O total da Dívida ascende aos 2.264,4 Milhões de Euros com imparidades
registadas pelos nove maiores devedores de 912,1 Milhões de Euros. Seguem
os nomes que surgem na lista dos maiores devedores da CGD, divulgado pela
comunicação social.*

*Grupo Artlant – 476,4 milhões* *de euros e 214 milhões em perdas de
crédito (imparidades) reconhecidas. A Artlant foi criada para desenvolver
um grande projecto industrial em Sines, com a construção de uma unidade
do sector químico. O promotor era o grupo catalão La Seda, grupo que depois
de entrar em crise chegou a ter como accionista de referência o empresário
português Carlos Moreira da Silva, líder da Barbosa e Almeida
(e accionista do Observador). A Caixa Geral de Depósitos começou por ser
uma grande financiadora, mas acabou por se tornar accionista da La Seda,
onde ainda tem 14%, e da própria Artlant. Um envolvimento que tinha também
como objectivo assegurar a realização do investimento na fábrica de Sines.*
*A empresa avançou com um processo de revitalização especial (PER) e em
2015, a Caixa reclamou créditos superiores a 520 milhões de euros. A última
informação disponível já do início de 2015 é da que foi proferida a
sentença de homologação do plano de recuperação.*

*Grupo Efacec – 303,2 milhões* *de euros de créditos e 15,2 milhões de
imparidades. A exposição resultará do financiamento à empresa, mas também
aos seus dois maiores accionistas, o grupo José de Mello e a Têxtil Manuel
Gonçalves. Os grupos portugueses venderam 65% da principal unidade do grupo
Efacec, a Efacec Power Solutions, a Isabel dos Santos há cerca de um ano. O
negócio, avaliado em 200 milhões de euros, foi mais do que uma simples
venda, esteve enquadrado numa reestruturação de dívida dos accionistas e da
empresa. A Caixa enquanto credora participou no financiamento desta
operação.*

*Vale de Lobo – 282,9* *milhões de euros de exposição e 138,1 milhões em
imparidades. É um negócio imobiliário polémico que se cruza com o inquérito
judicial ao antigo primeiro-ministro José Sócrates e que envolve ainda
Hélder Bataglia, o presidente da Escom. A decisão da Caixa Geral de
Depósitos de entrar no empreendimento de luxo no Algarve data de 2006 e tem
sido atribuída ao então administrador do banco público, Armando Vara. A
Caixa é accionista da sociedade que explora Vale do Lobo, ao mesmo tempo
que é a maior financiadora. Em 2014, a holding de imobiliário que detinha
esta participação reconheceu perdas de 196 milhões de euros, parte da qual
será atribuída a Vale do Lobo. Nas contas de 2015, a Caixa diz que a
situação líquida era negativa em 137 milhões de euros. O banco do Estado
tem uma participação financeira de 24%, mas é também o maior credor deste
empreendimento que no ano passado foi posto à venda.*

*Auto Estradas Douro Litoral – 271,3 milhões* *de exposição e 181,4
milhões de créditos perdidos. A concessão de autoestradas volta a cruzar os
caminhos do banco do Estado com o grupo José de Mello que, através da
Brisa, é um dos maiores accionistas desta concessionária que entrou em
incumprimento dos compromissos financeiros assumidos com os bancos
financiadores, nomeadamente ao nível dos rácios. A Douro Litoral é uma
concessão com portagens cuja receita tem-se revelado muito abaixo do
previsto e insuficiente para remunerar o investimento. A empresa tem em
curso vários pedidos de compensação financeira ao Estado, no valor global
de cerca de 1,4 mil milhões de euros que estão a ser analisados em tribunal
arbitral.*

*Grupo Espírito Santo – 237,1 milhões* *de euros em créditos e 79 milhões
de imparidades. A Caixa Geral de Depósitos, enquanto maior banco português,
foi também a instituição financeira que mais exposta estava ao Grupo
Espírito Santo. O Observador fez um levantamento, em maio do ano passado,
da exposição da banca ao GES, ainda com base em listas provisórias de
valores reclamados pelos credores de sete sociedades que estavam em
processo de revitalização ou insolvência. O montante era da ordem dos 1.300
milhões de euros. A Caixa reclamava cerca de 410 milhões de euros.*

*Grupo Lena – 225 milhões* *de créditos e 76,7 milhões de imparidades. O
grupo construtor com sede em Leiria foi um dos que mais cresceu durante o
último ciclo de obras públicas em Portugal, durante os governos de José
Sócrates. O Grupo Lena esteve nas autoestradas, na renovação do parque
escolar, e no projecto da rede de alta velocidade (TGV), onde fez parte do
consórcio que ganhou o primeiro contrato, e que entretanto foi cancelado. A
Lena cresceu também para outros sectores — turismo, energia e comunicação
social — e outras geografias, ganhando importantes contratos em mercados
emergentes, como a Argélia e a Venezuela. A demora e incerteza na
concretização destes contratos internacionais, alguns obtidos à boleia das
viagens oficiais do ex-primeiro ministro, José Sócrates, e o asfixia do
mercado de construção português apanharam o grupo em contramão, em plena
aposta expansionista. A Lena teve que travar a fundo e fazer uma
reestruturação do seu endividamento.*

*Grupo António Mosquito – 178 milhões* *de euros e 49,2 milhões de euros
de créditos perdidos. O empresário angolano está associado a dois
investimentos em Portugal: a Soares da Costa e a Controlinveste. No caso da
Caixa, a exposição a António Mosquito poderá resultar do financiamento ao
empresário português que era o maior accionista da Soares da Costa, Manuel
Fino. A Caixa era um das grandes financiadoras de Manuel Fino, tendo
inclusive, executado uma parte das ações que o empresário tinha na Cimpor.*

*Reyal Urbis – 166,6 milhões* *de euros de empréstimos que lhe foram
concedidos, com 133,3 milhões de imparidades. A imobiliária espanhola já
estava identificada em 2013 como uma das principais devedoras da Caixa,
altura em que apresentou um processo de insolvência — o segundo maior da
história de Espanha. No ano anterior, o endividamento da empresa tinha
chegado ao 3, 6 mil milhões de euros. O Santander e a filial Banesto
estavam entre os maiores credores da imobiliária que lhe devia 830 milhões
de euros, apontava então o jornal espanhol El Mundo que colocava a CGD na
lista dos credores minoritários.*

*Finpro SCR – 123,9 milhões* *de euros e 24,8 de imparidades totalizadas.
Esta sociedade teve como accionistas Américo Amorim, o fundo da Segurança
Social e o Banif, e realizou vários investimentos internacionais,
financiados com dívida, sobretudo na área das infraestruturas. A Finpro
entrou em processo especial de revitalização em 2014 e notícias apontam a
Caixa como detentora de mais de metade da dívida da Finpro. Uma das
participações da Finpro era no sociedade gestora do Porto de Barcelona que
foi vendida no ano passado. A sociedade terá entretanto sido considerada
insolvente com uma dívida de 268 milhões de EUROS.*

*                   ...E NINGUÉM VAI PRESO???!!!*

*     Texto gentilmente cedido por MRCDM e AM *

*      Enviado por Carlos Varanda*