_EDUCAÇÃO DE GÉNERO VS GÉNERO DE EDUCAÇÃO_

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NA FOTO DO JOVEM (AINDA ADOLESCENTE) é Já BEM VISíVEL A “MAçã DE ADãO”, DIFERENCIAçãO NATURAL ENTRE FêMEAS E MACHOS HUMANOS, PARA ALéM DAS OUTRAS óBVIAS COM QUE A NATUREZA DOTOU AMBOS.

A IRREVERêNCIA DO ALUNO é PERTINENTE, QUANDO CONFRONTADO COM A VIVêNCIA NUMA SOCIEDADE ONDE, DESDE TENRA IDADE, SE ASSISTE A UMA PERMANENTE TENTATIVA DE CAPTURA POLíTICA POR PARTE DE PARTIDOS TãO EXTREMISTAS QUANTO SãO CAPAZES DE RECORRER AO CATECISMO QUE MAIS LHES CONVéM, A PAR DA APLICAçãO PRáTICA DE PROGRAMAS DE EDUCAçãO ESCOLAR CADA VEZ MAIS POLITIZADOS PELOS QUE PASSAM PELO PODER, INCAPAZES DE INSTITUCIONALIZAR PROGRAMAS QUE ASSEGUREM UM ENSINO ISENTO E INDEPENDENTE, MENOS PENDULAR E MAIS EFECTIVO E PEDAGóGICO, TIRANDO PARTIDO DAS MAIORES POTENCIALIDADES MAIS PRESENTES NAS INFâNCIA, JUVENTUDE E ADOLESCêNCIA.

OS TEOR DO EXERCíCIO E COMPORTAMENTO DA PROFESSORA, BEM COMO A ATITUDE DO ALUNO, ILUSTRAM BEM O MAU CAMINHO QUE SE PERCORRE NO ACTUAL ESTáDIO DO ENSINO EM PORTUGAL.

A DIFERENçA ENTRE AS IDADES COM QUE ANTES E AGORA SE ATINGEM OS MESMOS GRAUS (EQUIVALêNCIAS) DE APRENDIZAGEM DEMONSTRAM A DEGRADAçãO DA QUALIDADE DO ENSINO, DO SOBRECUSTO INDESEJáVEL QUE TAL DEGRADAçãO PARA A SOCIEDADE, SEJA NA VERTENTE DO CUSTEIO DOS ESTUDOS, SEJA NA TARDEZA COM QUE SE INICIA O CICLO PRODUTIVO.

A TECNOCRACIA ESPECIALIZADA – ENCOSTADA àS CORRENTES POLíTICAS EXISTENTES QUE PREVALECEM SOBRE O CONSELHO CIENTíFICO – NãO SE ALHEARá DOS PRóPRIOS INTERESSES EM JUSTIFICAR A ABERTURA DO LEQUE PARA NOVAS CLASSES SóCIO-PROFISSIONAIS – NOVAS ELITES ENTRE AS ELITES - NORMALMENTE SUPORTADAS PELO ERáRIO PúBLICO ONDE ESTá SEMPRE AUSENTE A AVALIAçãO DO BINóMIO óNUS/ BENEFíCIO QUE SOBRE O MESMO RECAI.

/Luís Zarolho/

 

Homens usam collants? Aluno diz que sim, professora corrige

SIC Notícias

 

 

Num artigo que escreveu para o jornal Público, Eduardo Couto revelou as respostas de um exercício de inglês que está a gerar polémica e lhe podem valer uma falta disciplinar.

Em causa está a associação dos géneros feminino e masculino a peças e acessórios de roupa. Quem usa collants? Quem usa boné? Eduardo, aluno do 11.º ano do curso profissional de técnico comercial, respondeu “ambos” a todas as opções. A professora recusou algumas das respostas.

© SIC Notícias

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Uma gravata, um boné ou um par de collants não são para ambos, considera a professora de inglês de Eduardo, que marcou como erradas as respostas do aluno. Já na mala de mão e no colar, que Eduardo também classificou para os dois géneros, a professora considerou as respostas corretas, acrescentado, ainda assim, um ponto de interrogação.

“Eu vivo em 2019”, escreveu o jovem no Público, dizendo que depois de ter confrontado a docente sobre o critério de correção, foi ameaçado com uma falta disciplinar, “apenas pela professora discordar da minha opinião”.

No texto, o jovem que aos 15 anos se tornou o mais novo delegado a discursar numa convenção do Bloco de Esquerda, aproveita para abordar os papéis do género, contando outros episódios familiares e escolares que considera contribuírem para “descriminação social”.