Em que ficamos?
Em que ficamos?
A política não é a especialidade d’ O Ponney. Por isso, seria grande ousadia meter-se com políticos, que, por não existirem no país da brincadeira, estão a salvo. Já o mesmo se não passa com “pulhíticos”, que, a acreditar no que por aí se diz, são mais que as mães, que depois de lhes dar de mamar, os aconselharam a procurar outras tetas e gamelas.
Olhai as bemaninhas mortágua…
Não, não queremos nada com elas, agora caviar, com as suas baboseiras, tidas e ouvidas como ícones da sabedoria económica, não de superfície, todavia subterrânea…
Ouvi o ministro centeio, com aquele risinho postiço, entre o alarve e o sacanóide, a sacudir a água do capote e a dar de espaldas, enfiando-se debaixo da capa do cevada, por sua vez acoitado – acoitadinho – sob o guarda-chuva do presidente vareta, ele próprio metido numa camisa-de-onze-varas.
Centeio mentiu ou não mentiu? Uns juram a pés juntos que sim; outros, com o mesmo arreganho, que não.
Estamos a falar do rancho folclórico lusitano: os dançantes- alguns na corda bamba – querem a morte do endiabrado bailarino centeio e do paquidérmico cevada, ensaiador; outros torcem o nariz à atitude do presidente folclórico
Se a coisa for levada à letra, e os sócios acusadores tiverem razão, bailador e ensaiador têm de ser banidos do rancho, e o presidente dar o frosques.
Claro que, como das outras vezes, “mus in pice”, mas resultados, zero, zero, nicles, NICLES!
