*FALTA DE AMBIÇÃO. DESILUSÃO!*
*FALTA DE AMBIÇÃO. DESILUSÃO!*
*O discurso do Presidente da República denota falta de ambição, um baixar
da fasquia.*
*"Rigor financeiro" é óbvio que tem de haver, sempre, salvo se não houver
contas. Os algarismos - não digo números, porque esses são demais no teatro
político - fazem parte de uma ciência exacta. A ambição deve ser melhorar
as condições financeiras do País, em todas as vertentes, apontando metas
mais exigentes. O Presidente da República não deve, nem pode, abdicar
disso.*
*"A justiça social possível" é uma abdicação do Presidente da República,
inadmissível enquanto Professor de Direito: é que enquanto a justiça se
ficar apenas pela possível, nunca chegará a ser justiça. Qualquer aluno,
por mais medíocre, entende isso. E, Senhor Presidente da República, há, num
sítio que visitou recentemente, inquéritos a decorrer que, enquanto não
passarem disso, ficam no âmbito da "justiça social possível" na sociedade
em que vivemos.*
*Entretanto, o descrédito das Instituições é a única coisa que progride!*
*O repto, Senhor Presidente da República, é ser mais ambicioso, pois ainda
falta muito mandato.*
*Sande Brito Jr*
Presidente República Portugal diz debate sobre resgate é estéril, quer rigor
financeiro
Ontem 20:05 Económico com Reuters
"Em vez de desperdiçarmos energias nesses debates estéreis sobre se vai ou
não acontecer o que a ninguém aproveitaria, que não teria desta vez quem
interviesse com fundos e programas, concentremo-nos no fundamental:
garantir o rigor financeiro requerido", disse Marcelo Rebelo de Sousa, num
discurso.
[image: Presidente República Portugal diz debate sobre resgate é estéril,
quer rigor financeiro]
Portugal tem de garantir o rigor financeiro e evitar medidas que afastem o
investimento, disse o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa,
alertando que é estéril debater a eventual necessidade de um novo resgate
financeiro.
"Em vez de desperdiçarmos energias nesses debates estéreis sobre se vai ou
não acontecer o que a ninguém aproveitaria, que não teria desta vez quem
interviesse com fundos e programas, concentremo-nos no fundamental:
garantir o rigor financeiro requerido", disse Marcelo Rebelo de Sousa, num
discurso.
Acrescentou que o importante é salvaguardar "a justiça social possível e o
bom senso de evitar medidas que afastem o investimento interno e externo.
Isto é garantir a estabilidade política, financeira e fiscal tão
necessária".
Ontem, foi anunciado que o Governo e os partidos à esquerda acordaram
lançar um imposto adicional sobre as fortunas de património imobiliário no
Orçamento de Estado de 2017, disseram responsáveis políticos, prometendo
que a classe média e as actividades produtivas estarão isentas, mas os
fundos não. semana, o Primeiro-Ministro português sugeriu que o líder do
maior partido da oposição, Pedro Passos Coelho, se dedique à caça de
Pokemons, em vez estar sempre a antecipar que as políticas governamentais
'chamarão o Diabo' de um segundo resgate, que não tem qualquer
sentido. Presidente
da República referiu que as economias com défices em processo de controlo
devem concentrar-se nas suas contas públicas.
"Têm de contar em primeira linha consigo próprias e que não ganham nada em
passar a vida a debater na luta quotidiana cenários que não podem ocorrer
tal como nunca apareceriam programas com remédios externos para a alegada
salvação interna", vincou Marcelo Rebelo de Sousa
*O discurso do Presidente da República denota falta de ambição, um baixar
da fasquia.*
*"Rigor financeiro" é óbvio que tem de haver, sempre, salvo se não houver
contas. Os algarismos - não digo números, porque esses são demais no teatro
político - fazem parte de uma ciência exacta. A ambição deve ser melhorar
as condições financeiras do País, em todas as vertentes, apontando metas
mais exigentes. O Presidente da República não deve, nem pode, abdicar
disso.*
*"A justiça social possível" é uma abdicação do Presidente da República,
inadmissível enquanto Professor de Direito: é que enquanto a justiça se
ficar apenas pela possível, nunca chegará a ser justiça. Qualquer aluno,
por mais medíocre, entende isso. E, Senhor Presidente da República, há, num
sítio que visitou recentemente, inquéritos a decorrer que, enquanto não
passarem disso, ficam no âmbito da "justiça social possível" na sociedade
em que vivemos.*
*Entretanto, o descrédito das Instituições é a única coisa que progride!*
*O repto, Senhor Presidente da República, é ser mais ambicioso, pois ainda
falta muito mandato.*
*Sande Brito Jr*
Presidente República Portugal diz debate sobre resgate é estéril, quer rigor
financeiro
Ontem 20:05 Económico com Reuters
"Em vez de desperdiçarmos energias nesses debates estéreis sobre se vai ou
não acontecer o que a ninguém aproveitaria, que não teria desta vez quem
interviesse com fundos e programas, concentremo-nos no fundamental:
garantir o rigor financeiro requerido", disse Marcelo Rebelo de Sousa, num
discurso.
[image: Presidente República Portugal diz debate sobre resgate é estéril,
quer rigor financeiro]
Portugal tem de garantir o rigor financeiro e evitar medidas que afastem o
investimento, disse o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa,
alertando que é estéril debater a eventual necessidade de um novo resgate
financeiro.
"Em vez de desperdiçarmos energias nesses debates estéreis sobre se vai ou
não acontecer o que a ninguém aproveitaria, que não teria desta vez quem
interviesse com fundos e programas, concentremo-nos no fundamental:
garantir o rigor financeiro requerido", disse Marcelo Rebelo de Sousa, num
discurso.
Acrescentou que o importante é salvaguardar "a justiça social possível e o
bom senso de evitar medidas que afastem o investimento interno e externo.
Isto é garantir a estabilidade política, financeira e fiscal tão
necessária".
Ontem, foi anunciado que o Governo e os partidos à esquerda acordaram
lançar um imposto adicional sobre as fortunas de património imobiliário no
Orçamento de Estado de 2017, disseram responsáveis políticos, prometendo
que a classe média e as actividades produtivas estarão isentas, mas os
fundos não. semana, o Primeiro-Ministro português sugeriu que o líder do
maior partido da oposição, Pedro Passos Coelho, se dedique à caça de
Pokemons, em vez estar sempre a antecipar que as políticas governamentais
'chamarão o Diabo' de um segundo resgate, que não tem qualquer
sentido. Presidente
da República referiu que as economias com défices em processo de controlo
devem concentrar-se nas suas contas públicas.
"Têm de contar em primeira linha consigo próprias e que não ganham nada em
passar a vida a debater na luta quotidiana cenários que não podem ocorrer
tal como nunca apareceriam programas com remédios externos para a alegada
salvação interna", vincou Marcelo Rebelo de Sousa
