GNR – INSTRUÇÃO EM PORTALEGRE

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 Já se passou com os COMANDOS, com duas vítimas fatais, entre outras – e repete-se agora na GNR, em Portalegre.

Num e noutro caso, os Instruendos foram candidatos ao ingresso numa carreira promissora, até prova em contrário, com potencial para progredir e atingir o topo máximo nas respectivas carreiras.

Os inquéritos e investigações arrastam-se. Os responsáveis são alvo de processos disciplinares, quais louvores para instrutores de “exigência exemplar”.

As vítimas, umas pagaram com a vida, outras com sequelas irreversíveis.

O Estado de nós todos – mal governado pela roda da amizade – é responsável por justas indemnizações a todas as vítimas resultantes da incúria e laxismo.

Tais indemnizações devem, no mínimo, atender à progressão potencial para o topo máximo nas respectivas carreiras a que se habilitaram aqueles candidatos vítimas deste Estado.

À Justiça cabe ser competente em tempo útil, com igualdade e proporcionalidade no direito. Os instrutores não poderão ser o mexilhão das hierarquias. Isso seria o mesmo que pôr a venda à venda.

Luís Zarolho