Imparável!
IMPARÁVEL
Marcelo está imparável. Aliás, sempre o foi.
“Enfant gaté” para uns, e enfant terrible” para outros, D. Marcelo parece um daqueles “põe-se em pé” que antigamente, quando não havia “play-stations” nem telemóveis se davam às crianças para as entreter durante horas; ou minutos se fossem rezingonas.
Depois que visitou Fidel, à semelhança do mestre iludente da revolução continua que manteve o povo cubano na mais degradante das misérias, D. Marcelo, reizinho, passou a vender as esperanças que Costa lhe sopra, e que, está à vista, estão a encaminhar o país para um charco donde, a não se arrepiar caminho com toda a urgência, dificilmente se sairá.
Votei nele, e por isso, tenho de gostar dele. E gosto. Muiiitooo!
Gosto dele quando saltanica de palco em palco, imagem polida de Tino de Rans; gosto da sua presença quando, nas festarolas, se apresenta como avô cantigas, ou avô de cantilenas; gosto dele quando distribui beijinhos e abraços, o presidente dos afetos a que já estamos afeitos; gosto dele quando é o guarda-costas dos membros do governo, chapéu de chuva de Costa; e gosto dele, sobretudo, quando, tendo-se por D. Sebastião, se assemelha ao folião D. Pedro I.
Não nasceu assim, mas parece que assim cresceu. Vaticinaram-lhe o futuro os seus colegas finalistas do Liceu Pedro Nunes. E aí o temos.
D. Duarte Pio, duque de Bragança que se cuide!
