Caixa Geral de Depósitos
CGD
Se Marcelo Rebelo de Sousa se preocupasse mais com o país que com a sua imagem de madre Teresa, o caso da CGD já tinha evoluído para o patamar que se impõe, partindo do princípio de que está no patamar zero, quando, na verdade, ainda nem à cave chegou.
Deixemo-nos de paninhos quentes: a CGD precisa de ser “recapitalizada” porque alguém, ou alguéns, a descapitalizou.
Uma atitude que se impõe – a “geringonça” não é capaz de o fazer - é fazer uma análise séria, isenta, ao crédito mal parado, atualmente chamado imparidades, que é mais chique, mais jet8 –
Impõe-se, de imediato a comparação das listagens para ver se algum “desapareceu”; depois analisar os relatórios da inspecção interna, e, seguidamente, das inspecções do BP.
Findo isso, uma a uma, analisar qual o fim económico de cada operação, se “cumpriu” o destino ou não, etc. Depois, e o mais rapidamente possível, verificar quem as aprovou, e que garantias foram dadas.
