A caixa!
A CAIXA
Nos governos do inefável Sócrates, a CGD foi fonte e ponto de partida para o enriquecimento ilícito de um sem-número de novos “donos disto tudo”, gente que por aí se passeia e banqueteia com o ar mais inocente deste mundo lamacento em que o país se atolou.
Reflexo disso, por via das imparidades – eufemismo de calotes – a Caixa, o grande baluarte do sistema financeiro português, entrou em derrapagem e estatelou-se: uma instituição que tinha lucros de muitos milhões de contos de réis e, depois, de euros, passou a dar prejuízo de montantes semelhantes.
Enfim, há grandes gestores...
Avesso à ideia de que quantos mais são menos valem, o governo de Costa resolveu nomear dezanove, DEZANOVE, administradores para a Caixa, oferecendo-lhes chorudas recompensas monetárias e afins. Só que o BCE, farto das palermices da dupla majestática assassina Costa e Centeno, vulgarmente apelidada cevada e centeio, deu uma nega de todo o tamanho a mais este acto imbecil da governação.
O enCosta não se vai ficar, e tudo fará para mudar a lei e a opinião do chefe do compadre Constâncio. E isto sem que a Marianinha Mortágua refile.
Não há dúvida: quem quer conhecer o vilão, ponha-lhe um pau na mão...
(honni soit qui mal y pense)
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CAIXA II
Apesar de, dizem as notícias, estar a dar um prejuízo diário de um milhão de euros, o excelente centeio, apoiado pelo ineficiente cevada, resolveu nomear dezanove administradores para a CGD, tudo gente muito bem na vida, que vai aumentar os já fartos proventos mensais em mais umas dezenas de milhares de euros...
Eu, francamente, com mais seis administradores – mais quatro seria o ideal – era capaz de gerir capazmente a instituição e de a pôr a dar lucros dentro de seis meses.
Mas, que diabo, para que servem os tachos se não para alegrar os amigos? Mas no caso da Caixa, não são tachos, são gamelas.
Andará por ali comissões aos apoderados?
