Governo e privados ganham milhões com os incêndios
Em princípio esta afirmação "GOVERNOS E PRIVADOS GANHAM MILHÕES COM OS INCÊNDIOS" necessita de demonstração, o que terei todo o gosto em fazer, esperando òbviamente que alguma, qualquer, Entidade Oficial, tenha Argumentos e Coragem para me Desmentir. Em relação aos Privados penso que baste o artigo que segue; quanto aos Governos, se forem capazes, desmintam o que vou ACUSAR, esperando também elucidar os Portugueses que possam não conhecer a Realidade:Depois de a Força Aérea investir 200.000.000$00 (duzentos mil contos) para equipar os Aviões C-130 com dispositivos Anti Fogos, o "querido", o "insubstituível", o "maior" (provinciano deslumbrado pelo Poder) armando vara, o tal convidado pelo outro Provinciano também Deslumbrado pelo Poder, josé sócrates, para ajudar a Destruir Portugal, em 1997 conseguiu que a FAP fosse IMPEDIDA (não paga Comissões nem Horas Extra) de colaborar no Combate aos Fogos e de tal modo e eficiência que esse IMPEDIMENTO dura até aos nossos dias (2016), o que perfaz 19 anos de Desactivação, e vem agora a "Adiantada Mental" Ministra da Administração Interna, constança (sub)urbano de sousa, querer que a Força Aérea participe, sem entender que, depois de 19 anos de Inactividade nesse tipo de Missões, precisa de Material, Pessoal Treinado e Tempo. Se lhes derem o Material, tão rápido quanto possível, a FAP se encarregará de, sem Políticos a atrapalhar, se preparar em termos de Proficiência e Prontidão como sempre o fez desde que a conheço; no que estiver Pior foi a Política que a ESTRAGOU. Que eu saiba, continua como antigamente, a SERVIR e a CUMPRIR PARA ALÉM DO DEVER, mantendo-se fiel aos Lema Geral e Menos Geral, "Res non verba", "Ex mero moto", "Muito Pode Quem Quer", etc., etc.,. Continuemos com os "envolvimentos" políticos: Depois de gastos Muitos Milhões de Euros em Material, Vidas e Aluguer de Meios Aéreos, sem que os Políticos mostrassem interesse na Prevenção preferindo a Muito Mais Lucrativa Remediação, em 2005 foi Ministro da Administração Interna antónio costa que também se "esqueceu" de activar o Plano de Prevenção contra Incêndios, situação hoje denunciada pelo seu Secretário de Estado de então, ascenso simões, que vem estùpidamente "assumir a culpa do erro": ora os erros cometidos por Governantes que prejudicam Portugal e os Portugueses NÃO SE ASSUMEM, PAGAM-SE tal como as "cretinas" desculpas (quando a Falta de Humildade lhes permite dá-las - mais estilo nuno crato, lembram-se?) NÃO SE PEDEM, EVITAM-SE... Não será por acaso que entre 2005 e 2016 se PERDERAM mais 11 anos em que a Politicagem se "esqueceu" de tomar qualquer medida e ainda menos acaso que o mesmo antónio costa que em 2005 se "esqueceu" das suas Obrigações, nos fins de 2015 tomou posse como Ilegítimo 1º Ministro e não é que "voltou a esquecer-se" que em Março ou Abril seguintes iriam voltar a aparecer Fogos, a Esmagadora Maioria de Origem Criminosa com a Maioria dos Incendiários a serem Soltos pelos Juízos e, por acaso, notem bem POR ACASO, nas 2 primeiras semanas de Agosto de 2016 ardeu mais área do que em todo o ano de 2014, sem que o 1º Ministro mostrasse um arremedo, sequer, de Antecipação...!!!??? Porque seria? Só posso imaginar INTERESSE QUE O NEGÓCIO SE MANTENHA!!!Assinado por CVPrivados ganham milhões com os incêndios
Privados ganham milhões com os incêndios. Domingos Névoa fica com 48,127 milhões de euros
Os incêndios já deram a lucrar aos privados cerca de 48 milhões de euros. O balanço dos últimos dez anos de prevenção é negativo e os meios aéreos não utilizados no combate às chamas dos últimos dias geram controvérsia e polémica.
A informação foi avançada pelo Secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, que afirmou que “A indústria do fogo dá dinheiro a muita gente”.
De acordo com o portal Base do Governo, a Everjets, empresa de Domingos Névoa, apresentou um valor de negócio que ascendeu os 48,127 milhões de euros para operar e manter os helicópteros pesados ao serviço da Autoridade Nacional da Proteção Civil durante quatro anos, avança o jornal Correio da Manhã. Depois de adjudicado, o negócio chegou a ser alvo de investigação por parte do Departamento Central de Investigação e Ação Penal e da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ.
Fora deste valor está uma situação ocorrida em abril deste ano, quando deveriam estar disponíveis seis helicópteros pesados para combater fogos, no entanto, um terá caído e outros dois terão estado avariados. Jorge Gomes afirmou, na altura, que o assunto “já foi discutido em sede de Orçamento de Estado na Assembleia da República”. Estes helicópteros "só deverão voltar a operar em 2017".
Face a toda esta conjuntura, relembre-se a situação dos incêndios na Madeira na semana passada, cujo Plano Estratégico para o Dispositivo de Socorro da Madeira não incluía a utilização de meios aéreos. De acordo com o especialista que comandou o Plano, Luciano Lourenço, Diretor do Núcleo de Investigação Científica de Incêndios Florestais da Universidade de Coimbra, o investimento necessário era "demasiado elevado para as consequências positivas que poderia ter no combate aos incêndios".
A Força Aérea Portuguesa respondeu também à polémica, afirmando não ter meios para ajudar a combater os incêndios, não excluindo a possibilidade de os "poder ter num futuro próximo". A mesma entidade relembra ainda que "há 20 anos foi pensado um sistema capaz de adaptar algumas aeronaves para poderem combater incêndios, mas que o plano foi descontinuado". Nos incêndios dos últimos dias, importa lembrar que os meios aéreos utilizados não eram portugueses, vinham de ajudas europeias.
Ricardo Ribeiro, académico, dirigente associativo e comandante de bombeiros, fez um balanço dos últimos dez anos de combate a incêndios e classificou-o como negativo. Em declarações à agência Lusa, o dirigente defendeu que as boas práticas da população devem ser matéria do sistema de ensino e que devem existir campanhas publicitárias. Afirmou que os bombeiros deveriam ter também mais formação, que deveria ser criado um sistema de incentivos públicos para o ordenamento do território e para limpeza do biocombustível e que deveriam ser implementados meios permanentes de combate a fogos a partir de março. Defendeu ainda que deveriam ser criadas medidas sociais para pessoas até aos 50 anos, para combater a desertificação, criados incentivos fiscais para fixação de jovens no campo ou apostar na videovigilância. O responsável defende também a criação de equipas de intervenção que atuem no fim do inverno, a criação de medidas de intervenção e prevenção, e que os terrenos junto de estradas e casas sejam efetivamente limpos.
"Nesta problemática, há a prevenção, a resposta [ao fogo] e a reposição da normalidade. Mas, em Portugal, incide-se especialmente na resposta, esquecendo-se a prevenção e a reposição da floresta", disse Ricardo Ribeiro à Lusa, acrescentando: "Portugal foi o país europeu que menos reflorestou nos últimos 20 anos".
Em média, a cada ano, ardem 150 mil hectares de floresta e em 2013 ardeu quase meio milhão de hectares. Entre 2002 e 2013 morreram, devido aos incêndios, 97 pessoas, 51 delas bombeiros.
Os incêndios, como os dos últimos dias, provocam um prejuízo médio anual "superior a duas centenas de milhões de euros", mais outros 200 milhões em prejuízos ambientais e materiais, disse o responsável.Uns ganham milhões, outros passam fome
Os privados lucram milhões com a “indústria dos incêndios”, no entanto, há quem os combata e, muitas vezes, não tenha as condições básicas para o fazer. Os Bombeiros de São Pedro do Sul viveram, durante a noite e manhã de deste domingo, sem apoio logístico, chegando mesmo a bater à porta de casa dos populares a pedir bolachas. José Manuel Moura, comandante da Autoridade Nacional da Proteção Civil, classificou a situação como uma “falha inacreditável” e disse que ia investigar o sucedido.
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