O burkini
O burkini
Fotografias postas a circular nas redes sociais dão conta de um conjunto de polícias franceses a confrontar uma mulher de burquíni na praia - obrigando-a a tirar parte da vestimenta – reacendendo assim a polémica sobre o respeito pelas liberdades e direitos individuais em França.
Nunca fui, não sou, e julgo que nunca serei racista. Contudo, não gosto dos árabes. Não, obviamente, por uma questão de racismo mas sim, e apenas, por uma questão civilizacional, talvez até porque em 711 tenham invadido a Península Ibérica – alguns historiadores dizem que vieram a pedido! - e resolveram passar a donos disto tudo, uma espécie de famílias Salgado, Sócrates e amigalhaços, etc, etc., e não and so one porque na altura não chegaram às ilhas de sua majestade não sei quantos, hoje ilhas britânicas.
Fui das primeiras pessoas a alertar para o perigo muçulmano na europa, para a invasão que se adivinhava; e daquela gente, para quem a vida humana não tem significado, só poderia miséria e horrores de toda a espécie, principalmente terrorista.
Contudo, estou frontalmente contra a proibição em França do uso do burkini, atentando contra a liberdade individual da mulher, desde que mantenham o rosto descoberto na sua totalidade. É que nunca há roupa a mais; há-a é a menos.
Entre burkíni, fato de banho, biquíni, monoquíni ou sem-quíni, por que não hão de as mulheres ter direito de escolha?
É sem dúvida uma proibição fantochada. Exijam-lhes, isso sim, comportamentos ocidentais nas localidades que já “invadiram”, tornando cidades aliciantes em lixeiras de população bagunça. Não ataquem a liberdade; eduquem apenas a barbárie; libertem a europa de costumes inapropriados.
