O HINO NACIONAL COMPLETO

 

Uma relíquia - O HINO NACIONAL COMPLETO cantado até ao final

 

Aqui vai a versão que a esmagadora maioria dos portugueses desconhece.

Cumpre dizer que  A PORTUGUESA foi composta por Alfredo Keil (música) e Henrique Lopes de Mendonça (letra) logo de seguida ao Ultimatum britânico de 1890. Dois dos netos de Henrique Lopes de Mendonça são oficiais de Marinha reformados, exercendo um deles funções na Câmara de Cascais.

Antes ainda da divulgação pública, os autores ofereceram a obra ao Rei D. Carlos e só depois a tornaram pública. Não foi pois concebida para a república (nem os autores eram republicanos…), mas veio a ser adotada pela República, 21 anos depois, em 1911. Mas fora, de facto, desde cedo adotada pelos republicanos nas suas manifestações e comícios.

É um hino épico, (de clara inspiração na Marselhesa), em contraposição à solenidade dos hinos tradicionais, das monarquias europeias, como era o Hino da Carta, em vigor até à queda da Monarquia.

De qualquer modo a versão original diferia desta. No original, a luta era “contra os bretões, marchar, marchar” só mais tarde sendo alterada , substituindo a alusão aos britânicos (os bretões)  por canhões , certamente  para não afrontar os …bretões.

A versão oficial corrente é de 1957, sob os auspícios do Estado Novo, imagine-se...

 cantado até ao final

 

Aqui vai a versão que a esmagadora maioria dos portugueses desconhece.

Cumpre dizer que  A PORTUGUESA foi composta por Alfredo Keil (música) e Henrique Lopes de Mendonça (letra) logo de seguida ao Ultimatum britânico de 1890. Dois dos netos de Henrique Lopes de Mendonça são oficiais de Marinha reformados, exercendo um deles funções na Câmara de Cascais.

Antes ainda da divulgação pública, os autores ofereceram a obra ao Rei D. Carlos e só depois a tornaram pública. Não foi pois concebida para a república (nem os autores eram republicanos…), mas veio a ser adotada pela República, 21 anos depois, em 1911. Mas fora, de facto, desde cedo adotada pelos republicanos nas suas manifestações e comícios.

É um hino épico, (de clara inspiração na Marselhesa), em contraposição à solenidade dos hinos tradicionais, das monarquias europeias, como era o Hino da Carta, em vigor até à queda da Monarquia.

De qualquer modo a versão original diferia desta. No original, a luta era “contra os bretões, marchar, marchar” só mais tarde sendo alterada , substituindo a alusão aos britânicos (os bretões)  por canhões , certamente  para não afrontar os …bretões.

A versão oficial corrente é de 1957, sob os auspícios do Estado Novo, imagine-se...

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