Os caça-fortunas

 

 

Os caça-fortunas

Centeio e cevada - ou vira o macho e toca o mesmo –, sócios maioritários da firma (con)Fisco, querem conhecer a quantidade de carcanhóis que cada portuga tem depositado na banca.

Achamos muito bem desde que ao cidadão comum seja permitido saber também quais são os bens, depósitos, proveitos e outras “benfeitorias” que os governantes e ex-governantes possuem e como lhes vieram parar às mãos e aos pés.

Estranha-se é que não tenham dado conhecimento público dos “Panama papers”, ao que consta congelados pelo (ou no) Expresso. Não menos confuso é não se ter sabido mais nada sobre o que se fez da lista saída do banco britânico HSBC em que eram mencionados à volta de duzentos contribuintes homiziados do fisco lusitano.

Ah!, há quem diga que o interesse principal da dupla  centeio e cevada é catalogar as mulheres muito ricas. Para quê? Vá lá a gente saber o que vai naquelas cabecinhas tontas.