PRIORIDADE - A DIGNIDADE DA VIDA
- PRIORIDADE - A DIGNIDADE DA VIDA
*As condições de ausência de dignidade durante a vida - há os que já nascem
na ausência dela - levam, na maioria dos casos, à marginalização sob
múltiplas formas, à indigência, ao constante anseio da morte e ao suicídio
(arrastado, pela droga ou pelo álcool, ou abrupto, pelo pico do desespero).*
*Antes de consumir recursos dos contribuintes com discussões - estéreis por
inoportunas e porque encapotadas por interesses inconfessados - sobre
"dignidade" da morte assistida ou da eutanásia (quando tanto se pratica a
eurásia - a morte determinada pelo euro) melhor fora que se dedicassem à
discussão prioritária sobre como promover a dignidade durante a vida.*
*Prestem atenção ao estudo abaixo referido e concluam como, passiva mas de
forma constante e progressiva, a dignidade negada vai acabando com a vida.*
*Não é aceitável uma sociedade onde para uns - cada vez mais - a morte
tarda, quando é irrecusável para todos.*
*Sande Brito Jr*
Pobreza, emprego mal pago e baixo nível de instrução podem custar dois anos
de vida
1 fev 2017 · 07:56
Atualidade <http://24.sapo.pt/atualidade>
SAPO 24 <http://24.sapo.pt/parceiro/sapo24-com-lusa>
<http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/cancro-do-pulmao-novos-tratamentos-permitem-duplicar-tempo-de-sobrevivencia-dos-doentes>
Viver em condições socioeconómicas más provoca a perda de dois anos de
vida, quase tanto quanto o sedentarismo, segundo um estudo divulgado na
quarta-feira pela revista médica britânica The Lancet.
Ao rever 48 estudos efetuados nos EUA, na Austrália e em vários países
europeus, os investigadores descobriram que as más condições
socioeconómicas – como um trabalho subqualificado ou um fraco nível de
instrução – podem reduzir a esperança de vida média em 2,1 anos.
O tabagismo é, por sua parte, associado a uma perda de esperança de vida de
4,8 anos, o diabetes de 3,9 anos e o sedentarismo de 2,4 anos.
O estudo foi realizado no quadro do projeto Lifepath, consagrado ao
envelhecimento e financiado pela Comissão Europeia.
“Sabemos que a educação, o rendimento e o trabalho afetam a saúde, mas
poucos estudos têm avaliado as suas importâncias”, explicou Mika Kivimaki,
da University College de Londres, que participou no estudo.
Os investigadores sublinharam que as condições socioeconómicas podem ser
modificadas por políticas locais, nacionais ou internacionais e que o
impacto destas mudanças na esperança de vida pode ser mais importante que
as ajudas a deixar de fumar ou o aconselhamento dietético.
Estas últimas intervenções aproveitam mais às pessoas privilegiadas.
“O estatuto socioeconómico é importante, porque é o resumo de uma
exposição, durante toda a vida, a condições e comportamentos perigosos”,
destacou, por seu lado, Paolo Vineis, o chefe do projeto Lifepath.
O objetivo do Lifepath é compreender os mecanismos biológicos através dos
quais as desigualdades sociais geram desigualdades no campo da saúde.
na ausência dela - levam, na maioria dos casos, à marginalização sob
múltiplas formas, à indigência, ao constante anseio da morte e ao suicídio
(arrastado, pela droga ou pelo álcool, ou abrupto, pelo pico do desespero).*
*Antes de consumir recursos dos contribuintes com discussões - estéreis por
inoportunas e porque encapotadas por interesses inconfessados - sobre
"dignidade" da morte assistida ou da eutanásia (quando tanto se pratica a
eurásia - a morte determinada pelo euro) melhor fora que se dedicassem à
discussão prioritária sobre como promover a dignidade durante a vida.*
*Prestem atenção ao estudo abaixo referido e concluam como, passiva mas de
forma constante e progressiva, a dignidade negada vai acabando com a vida.*
*Não é aceitável uma sociedade onde para uns - cada vez mais - a morte
tarda, quando é irrecusável para todos.*
*Sande Brito Jr*
Pobreza, emprego mal pago e baixo nível de instrução podem custar dois anos
de vida
1 fev 2017 · 07:56
Atualidade <http://24.sapo.pt/atualidade>
SAPO 24 <http://24.sapo.pt/parceiro/sapo24-com-lusa>
<http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/cancro-do-pulmao-novos-tratamentos-permitem-duplicar-tempo-de-sobrevivencia-dos-doentes>
Viver em condições socioeconómicas más provoca a perda de dois anos de
vida, quase tanto quanto o sedentarismo, segundo um estudo divulgado na
quarta-feira pela revista médica britânica The Lancet.
Ao rever 48 estudos efetuados nos EUA, na Austrália e em vários países
europeus, os investigadores descobriram que as más condições
socioeconómicas – como um trabalho subqualificado ou um fraco nível de
instrução – podem reduzir a esperança de vida média em 2,1 anos.
O tabagismo é, por sua parte, associado a uma perda de esperança de vida de
4,8 anos, o diabetes de 3,9 anos e o sedentarismo de 2,4 anos.
O estudo foi realizado no quadro do projeto Lifepath, consagrado ao
envelhecimento e financiado pela Comissão Europeia.
“Sabemos que a educação, o rendimento e o trabalho afetam a saúde, mas
poucos estudos têm avaliado as suas importâncias”, explicou Mika Kivimaki,
da University College de Londres, que participou no estudo.
Os investigadores sublinharam que as condições socioeconómicas podem ser
modificadas por políticas locais, nacionais ou internacionais e que o
impacto destas mudanças na esperança de vida pode ser mais importante que
as ajudas a deixar de fumar ou o aconselhamento dietético.
Estas últimas intervenções aproveitam mais às pessoas privilegiadas.
“O estatuto socioeconómico é importante, porque é o resumo de uma
exposição, durante toda a vida, a condições e comportamentos perigosos”,
destacou, por seu lado, Paolo Vineis, o chefe do projeto Lifepath.
O objetivo do Lifepath é compreender os mecanismos biológicos através dos
quais as desigualdades sociais geram desigualdades no campo da saúde.
