QUEM É QUEM?

 

*Temos tido açoreanos ilustres. Mas, não chega ser-se açoreano para dizer
quem é quem.*

*Por acaso, Carlos César considerar-se-á com perfil para líder parlamentar
do PS? E, tendo sido eleito - refúgio que invocará - foi-o na base de que
perfil - da sugestão do secretário-geral ou para acomodar o presidente do
PS?*

*Que legitimidade têm os presidente e secretário-geral do PS para negar
"perfil" a quem quer que seja?*

*A legitimidade de uma qualquer subjectiva e conveniente "avaliação"?*

*E qualquer outro líder parlamentar e / ou partidário? Usam a mesma bitola
subjectiva e conveniente?*

*Em face de desentendimento, que pretendem justificar perante a opinião
pública, fazem-no, de parte a parte, baseando-se no quê?*

*E pretendem a compreensão da opinião pública? Não a da comunicação social,
mas, a dos Portugueses?*

*Qual é o perfil e que perfil é o de Teresa Morais? Para o PSD, que propõe,
para o PS,  que rejeita, e para os demais partidos com assento na AR? *

*Bom seria que começassem por definir e aprovar os perfis requeridos para o
desempenho das tantas funções públicas - incluindo, se quiserem, o
fotogénico - podendo, só depois das respectivas candidaturas, adequadamente
regulamentadas, proceder a avaliação e pedir socorro à opinião pública.*

*Sande Brito Jr*

Secretas <http://observador.pt/seccao/pais/secretas/> PS considera Teresa
Morais (PSD) sem perfil para presidir à fiscalização das “secretas”
11/5/2017, 19:32

*O líder parlamentar do PS afirmou que a vice-presidente do PSD Teresa
Morais não tem o perfil adequado para o cargo de presidente do Conselho de
Fiscalização das Secretas.*

MÁRIO CRUZ/LUSA
Autor


O líder parlamentar do PS afirmou que a vice-presidente do PSD Teresa
Morais não tem o perfil adequado para o cargo de presidente do Conselho de
Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa (CFSIRP).

Carlos César reagiu às críticas feitas pelo líder parlamentar do PSD, Luís
Montenegro, que horas antes acusara o PS de ter aberto “uma ferida profunda
no relacionamento interpartidário” ao recusar o nome de Teresa Morais para
suceder ao antigo vice-presidente social-democrata Paulo Mota Pinto no
lugar de presidente do Conselho de Fiscalização das “secretas” portuguesas.

Perante os jornalistas, o presidente dos socialistas respondeu que o PS
“não é uma fotocopiadora” das propostas do PSD e, como tal, “não está
obrigado na Assembleia da República a concordar com todos os nomes que lhe
são propostos”.

Carlos César desvalorizou também o pedido de Luís Montenegro para que o
secretário-geral socialista, António Costa, tenha uma intervenção neste
impasse em torno da escolha do presidente do Conselho de Fiscalização das
“secretas”.

“Ao contrário do que acontece no PSD, o líder parlamentar do PS e o
secretário-geral do PS articulam e coordenam eficazmente as suas posições”,
disse.