É a invasão, estúpido!

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A estratégia é bem simples e deveras eficiente: invade-se a Europa, não com tanques e armas, mas apenas com pessoas desarmadas, supostamente despejadas de quaisquer bens materiais e preferencialmente acompanhadas de indefesas crianças, e com o argumento de procurarem condições de vida que lhes são negadas nos países de origem.

 

“Em poucos anos conquistaremos a Europa, sem termos que disparar um único tiro”!

 

Esta frase não é nova e foi proferida diversas vezes por vários dirigentes religiosos islamitas.

 

A estratégia é bem simples e deveras eficiente: invade-se a Europa, não com tanques e armas, mas apenas com pessoas desarmadas, supostamente despejadas de quaisquer bens materiais e preferencialmente acompanhadas de indefesas crianças, e com o argumento de procurarem condições de vida que lhes são negadas nos países de origem.

 

Numa primeira fase recorreu-se a presumidos refugiados de zonas envolvidas em conflitos bélicos, vendendo-se a ideia de que seriam vítimas das partes em confronto, fugindo de uma guerra que não lhes dizia respeito mas na qual pereceriam se não lhes fosse estendida uma tábua de salvação.

 

Ou seja, estar-se-ia perante uma questão de vida ou de morte, pelo que seria obrigação dos países de acolhimento, por sinal todos europeus, recebê-los de braços abertos e integrá-los no seio da sociedade.

 

E a Europa, adormecida num utópico sonho de que inimigos de sempre, separados por antagónicos valores alicerçados em culturas e tradições díspares, podem agora viver juntos em paz e harmonia, abriu as suas fronteiras e permitiu, sem imposição de regras de convivência pacífica, uma invasão de hordas camufladas de ordeiras, mas que, rapidamente, deixaram cair a máscara e revelaram a sua verdadeira índole, geradora de fracturas e constantes desordens sociais.

 

Numa segunda fase, e quase esgotados os recursos provenientes das paragens em que se guerreia até à morte, os novos colonos em solo europeu fugiram, alegadamente, claro está, de países nos quais nenhum dos seus naturais corre o risco de ser apanhado por uma bala perdida.

 

O exemplo mais recente vem do Reino de Marrocos, onde impera uma real paz social e se caracteriza por ser política e economicamente estável, condições favoráveis que não foram suficientes para impedir uma debandada geral em direcção à zona costeira do sul europeu, à qual nem o nosso Algarve escapou, mas que culminou, agora, com uma efectiva ocupação de parte significativa de Ceuta.

 

A estes novos invasores, sendo que o rótulo de refugiados já não se lhes aplica, porque não se refugiam de coisa alguma, tem-lhes sido cedida a designação de migrantes.

 

O resultado destes movimentos humanos, que gozam do suporte de toda uma máquina montada por detrás que, a coberto de supostas causas humanitárias, lhes tem financiado e prestado todo o apoio logístico necessário para garantir a chegada ao porto de destino, tem sido a transfiguração da Europa, em particular os seus países mais desenvolvidos, caminhando-se, a passos largos, para uma hegemonização do islamismo em terras até então cristãs.

 

Países como França, Reino Unido, Alemanha, Países Baixos, Espanha e Suécia, entre outros, deparam-se, na actualidade, com um crescendo constante das suas comunidades muçulmanas, já maioritárias em muitas localidades e bairros, dentro dos quais tem sido vedada às autoridades locais qualquer tipo de intervenção, havendo relatos diários, quase sempre ignorados pela imprensa, de conflitos de extrema gravidade com as populações de origem.

 

Portugal também não escapa a este fenómeno, o qual, apesar de ainda não ter a dimensão de outras paragens, paulatinamente se vai acentuando sem que o poder político lhe preste qualquer tipo de atenção.

 

Há poucos dias, no final do Ramadão, milhares de muçulmanos prostraram-se na praça do Martim Moniz, local que bem poderia ser rebaptizado de Mouraria, e oraram ao profeta sem cumprirem nenhuma das regras limitativas da liberdade impostas por via da pandemia.

 

Em Fátima, no passado 13 de Maio, somente uma pequena parte dos fiéis que ali se deslocaram tiveram permissão para entrar no Santuário, sendo obrigados a manter uma distância considerável uns dos outros.

 

Mas aos muçulmanos, em território cristão, não são estabelecidas obrigações algumas, tudo lhes sendo permitindo, certamente com o patético receio de se ofender uma minoria, prática que colide com as normas vigentes do politicamente correcto.

 

E nenhum órgão de comunicação social, naturalmente embrenhados na cobertura dos ditos excessivos festejos dos adeptos do futebol, pelo que não lhes terá sobrado repórteres para mais ocorrências, se deu ao trabalho de noticiar as celebrações dos islamitas e denunciar, como bem gostam e não se cansam de o repetir até à exaustão, a violação das leis sanitárias que, pelos vistos, àqueles não se aplicam.       

 

Mas o caso mais gritante, no que respeita à silenciosa invasão dos seguidores de Alá, é a Bélgica, que tem já o destino selado como o primeiro país europeu a tornar-se muçulmano, realidade que se concretizará em menos de duas décadas, caso a cegueira colectiva que vem afectando a generalidades dos políticos europeus não seja alvo de um processo de cura.

 

Hoje, cerca de um terço da população de Bruxelas já é muçulmana.

 

Se não houver uma inversão na elevada taxa de natalidade junto dos crentes do Islão, estes serão maioritários em menos de 15 anos.

 

O coração da Europa será, então, regido pela lei da Sharia, a qual se substituirá a todos os códigos civis e penais que fizeram do mundo ocidental um modelo de civilização próximo da perfeição.

 

Se dúvidas persistissem ainda relativas ao progressivo aumento do poderio das comunidades islamitas que invadiram o solo europeu, bastaria atentar-se ao que recentemente se observou em muitas das capitais europeias, com manifestações de protesto contra a intervenção israelita em Gaza, nas quais a violência se constituiu na palavra de ordem, sobrepondo-se, pela sua natureza, a qualquer outra que tenha ocorrido em países árabes.

 

Foi confrangedor assistir-se à quantidade interminável de disparates com que os jornaleiros de serviço nos diversos canais televisivos, bem como os seus comentadores do costume, nos obsequiaram a propósito da angustiante situação que se abateu sobre Ceuta, vomitando uma completa desinformação relativa aos invasores provenientes de Marrocos.

 

Recordo-me de alguém, muito indignado, e aproveitando-se do tempo de antena que generosamente lhe foi oferecido, bradar que é preciso entender a razão que levaram esses pobres coitados a fugir das suas terras.

 

E é precisamente esta amnésia colectiva que nos vai desgraçar a todos, se persistirmos neste sono doentio que não nos deixa observar, com atenção, o que se está a passar.

 

A resposta à razão de ser destas migrações que tendem a deixar cair a Europa nas mãos de um inimigo sem misericórdia, é bem simples:

 

É a invasão, estúpido!

 

Pedro Ochôa 

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