A casa verde das janelas

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 A casa verde das janelas

Ao cimo, na Dias Ferreira

Espraia, paisagens belas

Com o Basófias á beira.

Da beleza à amargura!

De tudo um pouco lá vi!

Histórias com desventura

Urdidas ao pé de ti.

A casa verde, tem esquinas

E soalho, envernizado...

Onde nas horas matinas

Eu pude cantar o fado.

(Estribilho)

Coimbra, linda Coimbra

Quanta beleza e saudade

Quando o sol se põe ainda

Num bonito fim de tarde.

E nós? Sim! Nós os dois!

De mãos entrelaçadas,

Ver o sol a despedir-se.

Dois corações. Almas tocadas.

 

Poeta dos Bons Caminhos...

In Isabel Borges

(Imagem retirada da net)