O Fubeiro (Conjuras do Caudilho de uma Comandita)

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A partir de hoje, “O Ponney” iniciará a pré-publicação da Obra «O Fubeiro (Conjuras do Caudilho de uma Comandita)», adiante designada apenas por «O Fubeiro», de Luís Gil Torga, colaborador assíduo deste Jornal. Sendo que, hoje, por o Autor assim o entender, será anexado a este Artigo, em antecedência, o link com o Glossário da Obra, por o Autor recorrer a muitos termos angolanos, e o Plano de publicação dos fascículos da Obra.

Luís Gil Torga nasceu em Angola, no início de 1965. Licenciou-se em engenharia civil pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, no tempo em que não havia necessidade de debater o que eram licenciaturas pré ou pós Bolonha. Também é Técnico Superior de Segurança no Trabalho, Nível VI, e Formador – entre outras coisas desinteressantes e sem proveito, segundo ele. Trabalhou pelo mundo, entre trapaceiros e gente cumpridora desafortunada, entre gente boa e má gente. Não se recorda ao certo dos cargos que exerceu, tantas as acumulações e as exigências. Viciado na leitura e na escrita, escreve despretensioso desde idade tenra, coisas simples. Livre. Considera-se prosador sem desagregar prosa de poesia.   

Editou até à presente data as Obras «A Canalha (Relatos de Podridão, Enredo, Injustiça e Solidariedade, no Tempo da Hiper-Depressão)», e «Crónica de 7 Vidas (História repartida por parentela de humanos delicados e tarecos eruditos, afectuosidade invulgar, com culminar inesperado)», ambas esgotadas, estando na calha a colectânea de textos publicados neste Jornal, intitulada «O Sorriso das pétalas Amarelas», e este «O Fubeiro», cuja pré-publicação este Jornal publicará por fascículos, como visto anteriormente. Em «O Fubeiro», uma Obra muito dinâmica, ficciona-se sobre a vida de um traficante de honra e de honestidade, mencionando-se alguns episódios ou acontecimentos reais, embora adaptados ao enredo que agrega a ficção narrada: as infâncias áridas e as personalidades rudes que poderão delas advir, as subtilezas do estado novo, a espinhosa chegada do Homem à lua, a reprovável guerra colonial, a anunciada revolução dos cravos, a descolonização desastrosa e a não menos desastrosa ponte aérea a ela associada, e a eterna falta de ética e de princípios que grassam num país que insiste em viver quase sempre associado à corrupção e ao esquema, embora de uma forma aparentemente legal. Como é apanágio do Autor, a Obra não segue as regras do Acordo Ortográfico de 1990, e qualquer semelhança entre as vidas dos personagens e a vida real é mera coincidência, pois é de ficção que se trata.

Alertam-se os leitores para o facto de os links terem prazo de validade.

Plano de publicação, no Jornal “O Ponney”

Semana 1: Apresentação do Autor, sinopse da Obra, Glossário da Obra;

Semana 2: Parte I – O ocaso da vida de Tomé da Branca, em fascículo único;

Semanas 3, 4, 5, 6 e 7: Parte II - A alvorada da vida de Tomé, em 5 fascículos;

Semanas 8, 9, 10, 11 e 12: Parte III – A aurora da fortuna de Tomé, em 5 fascículos;

Semanas 13, 14, 15 e 16: Parte IV – Depois da aurora e antes do crepúsculo da fortuna de Tomé da Branca, em 4 fascículos;

Semana 17: Parte V – O crepúsculo da vida contrabandista de Tomé, em fascículo único.

luis.gil.torga@gmail.com

(Foto retirada da net)


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